a arte do curioso e improvável

@ahduvido

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16.02.2012 – 15:24

Tire um print da tela e descubra o que você fez na noite passada!

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Entre na brincadeira, tire um print da tela e descubra o que você fez na noite passada!

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Via Bebida Liberada

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16.02.2012 – 14:59
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16.02.2012 – 14:48

O Assassinato do Papa estava programado para esse ano segundo o Wikileaks

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Parece que um grupo dentro do Vaticano não estaria contente com o atual papado. E quando isso acontece, amigo, não é de se esperar que a morte venha bater na porta da sede maior da Igreja Católica Apostólica Romana.

O Vaticano está vivendo sua própria versão de escândalo WikiLeaks, que atingiu em cheio a diplomacia dos Estados Unidos, afirmou o porta-voz Federico Lombardi, frente a recentes vazamentos na imprensa italiana.

Vários jornais publicaram cartas de um delator denunciando casos de corrupção no Vaticano, assim como acusando o banco do Vaticano de falhar na implantação de leis contra lavagem de dinheiro.

Na semana passada, uma carta confidencial de um cardeal confessando ter conhecimento de um plano de assassinato do Papa nos próximos 12 meses foi divulgada e ridicularizada pelo Vaticano.

“Precisamos de calma, sangue frio e razão”, afirmou o padre Lombardi em uma longa declaração publicada no site da Rádio do Vaticano na segunda-feira à noite.

O governo do presidente americano Barack Obama “teve o WikiLeaks, o Vaticano está tendo seus próprios vazamentos”, afirmou.

Observadores disseram que os vazamentos são evidências de uma luta interna pelo poder no Vaticano, particularmente contra o Secretário de Estado, Tarcisio Bertone.

“Esses vazamentos têm a intenção de espalhar confusão e manchar a imagem do Vaticano, do governo da Igreja e da própria Igreja”, comentou Lombardi.

O porta-voz frisou que o Papa Bento XVI está comprometido com o avanço da administração das finanças do Vaticano e assegurou que o banco do Vaticano está alinhado às regras internacionais contra lavagem de dinheiro.

“Estão dizendo que documentos internos estão sendo transmitidos externamente de maneira desonesta”, declarou Lombardi.

“Alguns desses documentos recentemente distribuídos tendem a diminuir a credibilidade em relação ao compromisso da Igreja em aumentar a transparência”, acrescentou.

Perguntado posteriormente, nesta terça-feira, sobre rumores persistentes de que o Papa poderia renunciar, advertiu: “Se essa questão já foi alguma vez abordada seriamente, discutiremos. Por ora, não é nada sério e, portanto, não há o que dizer”.

Bento XVI mencionou a possibilidade de renunciar em um livro de entrevistas do jornalista alemão Peter Seewald intitulado “Luz do Mundo”, em que afirmou que iria parar se não pudesse mais cumprir com suas obrigações.

FONTE: TERRA

Lembrando que se isso acontecer, não será a primeira vez. O histórico de assassinatos de papas é longo. A verdade é que o papa mais parece uma marionete usada para distrair a população, quem manda mesmo, fica atrás das cortinas, manipulando as cordas. Os poderosos do Vaticano, não são meros cardeais como pensamos. Muitos são donos de empresas, corporações e especialmente, bancos.

Trocando de saco para mala, a questão também ganhou um aspecto metafísico. Muitos catolicos fervorosos disseram que, caso o plano seja concretizado, seria essa a realização da Profecia de São Malaquias.  A Profecia dos Papas, atribuída a São Malaquias, é uma lista de 112 frases curtas em latim. Elas alegam ser a descrição de cada um dos papas católicos (junto com alguns anti-papas), começando com o papa Celestino II (eleito em 1143) e concluindo com um papa na profecia descrita como “Pedro, o Romano”, cujo pontificado terminará em a destruição da cidade de Roma. O mais interessante sobre essa profecia é que o atual Pontífice, o Papa Bento XVI (Bento é o fundador dos monges beneditinos, cujo símbolo é o ramo de oliveira) é o último papa antes de Pedro, o Romano. A subordinação deste com outros aspectos da escatologia católica (o estudo do fim dos tempos), que geralmente descreve uma grande apostasia na Igreja, antes da segunda vinda de Cristo, leva muitos católicos a acreditarem que agora estamos no fim dos tempos e que o próximo papa será o último antes do julgamento final. Aqui está o texto da profecia que se refere ao Papa final:

“Na última perseguição da Santa Igreja Romana, Pedro Romano esperará sentando (literalmente “sentar”), enquanto suas ovelhas no pasto estarão em muitas tribulações, e, quando essas coisas acabarem, a cidade das sete colinas [Roma] será destruída e o juiz terrível julgará o seu povo. O FIM”.

 

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16.02.2012 – 14:17

Kuwait pode aprovar lei que dá direito ao Homem de comprar Escravas Sexuais

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Se você pensa que todas os países do mundo estão em 2012, engana-se. Tem alguns locais do mundo que ainda vivem na Idade Média ou na Idade do Ferro. Apesar de ser uma questão cultural de difícil analise, é inegável que esta lei que está prestes a ser votada no Kuwait vai contra tudo que conhecemos como Direito Humanos. É claro, nem todos reclamam dela, em especial, os homens que vivem por lá. A lei propõe de forma direta, que cada homem residente no Kuwait tem direito à compra de uma escrava sexual!

Como citado anteriormente, a questão é de difícil interpretação por ter caráter cultural. Para você, mulher, que já está revoltada com a idéia, saiba que até as representantes das mulheres,  como apresentadora de TV e ativista islâmica, Salwa al-Mutairi, é a favor da lei. As defensoras acreditam que comprando uma escrava sexual o homem se mantém viril e devotado à sua mulher e isso pode evitar que ele cometa adultério. O que é bastante contraditório para nós, brasileiros, já que, ao nosso entendimento, o adultério seria cometido no momento que o homem se relacionasse com terceiro (escrava) na constância do casamento. Entretanto, para as mulheres do Kuwait, defensoras da idéia, isso não seria adultério, pois, ao entendimento delas, existe a concessão e supervisão e a mulher não seria para o parceiro objeto suscetível a vinculo amoroso, seria apenas objeto para satisfação de suas exigências carnais. Logo, completamente admissível.

Outro ponto abordado pelos defensores é utilizar prisioneiras de guerra para esse fim. Assim, segundo os adeptos da proposta, elas não morreriam de fome.

E você leitor, o que acha a respeito? Já imaginou se essa lei fosse implantada no Brasil? Quantos será que custaria a Ellen Roche? (hehehehe brincadeirinha!)

 

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14.02.2012 – 19:57

As Origens das expressões e provérbios populares

Elas estão na boca de todos, presentes no nosso dia-a-dia: estamos falando da expressões e provérbios populares, que fazem parte da nossa e de outras culturas mundiais. Mas você sabe a origem delas? Sabe de onde vieram e o que ocasionou sua fama? Se não, confira esse post interessantíssimo: Continue lendo!

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14.02.2012 – 17:23

Qual o segredo do Sucesso segundo a Ciência

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“Qual o segredo do sucesso?” Eis a pergunta a qual todos gostariam de saber a resposta. E essa curiosidade, antes restrita as mentes comuns da população, chegou ao meio científico. A Ciência iniciou uma série de estudos para saber o que leva uma pessoa ao sucesso. Pela primeira vez, começamos a entender quais são os fatores que diferenciam “vencedor” de “perdedor”.

Você chega cedo ao trabalho, entrega tudo no prazo, se dá bem com seus colegas e conhece os processos como ninguém. Ainda assim, está há anos no mesmo cargo, fazendo o arroz com feijão de sempre. De repente, chega um novato na área. Ele é jovem, tem as roupas da moda, se deu bem com a chefia e, pior, começou a abocanhar os melhores projetos. Em 6 meses lá está ele, promovido, na vaga que deveria ser sua. Em dois anos, ele virou seu chefe. No fim, você teve de reconhecer o talento do novato e aceitar que você não nasceu para ser chefe. Mas será que é isso mesmo? O que as pessoas bem-sucedidas têm que você não tem? A resposta, dolorida, é: nada. Absolutamente nada. Seu chefe, o dono da empresa, o Kaká e o presidente Lula não vieram ao mundo com um sinal gravado nos genes que diga: eu nasci para brilhar. Muito menos têm um talento inato que você não possui. Para desespero dos medíocres da nação, a ciência está descobrindo que todo mundo (e isso inclui você) teria potencial para ser a bolacha mais recheada do pacote. Aqui você vai descobrir como – e o que pode dar errado no meio do caminho.

É difícil se acostumar com a ideia de que nascemos todos com as mesmas chances de brilhar. Principalmente quando olhamos para aquelas pessoas que parecem ter habilidades sobrenaturais – aquelas que fazem você se lembrar diariamente das suas limitações: as crianças prodígios, por exemplo. A maior de todas as crianças prodígios foi Wolfgang Amadeus Mozart (perto dele, a menina Maysa é amadora). Aos 3 anos, o austríaco começou a tocar piano, aos 5 já compunha, aos 6 se apresentava para o rei da Bavária de olhos vendados, aos 12 terminou sua primeira ópera. Há séculos, ele vem sendo citado como prova absoluta de que talento é uma coisa que vem de nascença para alguns escolhidos. Mas parece que não é bem assim. A vocação de Mozart não apareceu do nada. Seu pai era professor de música e desde cedo dedicou sua vida a educar o filho. Quando criança, Mozart passava boa parte dos dias na frente do piano. As primeiras peças que compôs não eram obras-primas – pelo contrário, contêm muitas repetições e melodias que já existiam. Os críticos de música, aliás, consideram que a primeira obra realmente genial que o austríaco escreveu foi um concerto de 1777, quando o músico já tinha 21 anos de idade. Ou seja, apesar de ter começado muito cedo, Mozart só compôs algo digno de gênio depois de 15 anos de treino.

O mesmo pode ser observado com talentos das mais diversas áreas. Ronaldo, o Fenômeno, tinha de ser arrancado dos campos de futebol quando criança porque não queria fazer nada que não fosse jogar bola. Os técnicos de Michael Jordan se lembram de que o jogador era sempre o primeiro a chegar aos treinos e o último a ir embora. E mesmo Bill Gates, como bom nerd que era, não fez sua fortuna do nada: quando adolescente, ele passou boa parte da sua (não muito agitada) vida programando computadores enfurnado numa sala da Universidade da Califórnia. Ou seja, mesmo aquelas pessoas bem-sucedidas, que parecem esbanjar talento, ralaram muito antes de chegar lá.

Isso faz todo sentido, se considerarmos a nova maneira como os cientistas têm enxergado a influência dos genes na formação de talentos. Aquilo que costumamos chamar de “talento natural para liderança” ou “aptidão nata para os esportes” parece não ter nenhuma relação com o nosso DNA.

“Não há nenhuma evidência de que exista uma causa genética para o sucesso ou o talento de alguém”, diz Anders Ericsson, professor de psicologia da Universidade da Flórida que há 20 anos estuda por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras.

A questão aí reside no fato de os genes (e sua interação com a nossa vida) serem um assunto tremendamente complexo – que dá pesadelos até nos geneticistas mais gabaritados. Já se sabe, por exemplo, que até mesmo traços diretamente ditados pelo DNA, como a cor dos nossos olhos, são definidos por mais de um gene que se relacionam entre si. O que dizer, então, de atributos mais complexos?

Há alguns anos, o fetiche dos laboratórios tem sido relacionar genes a traços de personalidade ou a propensões para desenvolver distúrbios psiquiátricos. O mais famoso deles é o 5-HTTLPR, que em 2003 virou notícia ao ser chamado de o “gene da depressão”. Ele previa uma interação com o ambiente: quem tivesse sofrido um trauma pessoal e carregasse o 5-HTTLPR em seu DNA teria também alta probabilidade de ficar deprimido. Muitos outros estudos foram no embalo dessa descoberta, e logo vieram à luz genes que explicavam a ansiedade, o déficit de atenção, a hiperatividade e até a psicopatia. No ano passado, no entanto, uma série de novos estudos virou essas descobertas de ponta-cabeça. Numa revisão que incluiu todas as pesquisas já feitas sobre o gene da depressão, concluiu-se que era impossível concluir que ele influísse na doença. (Isso, sim, é deprimente.) Já com os outros distúrbios, as descobertas foram ainda mais intrigantes. Os mesmos genes que causariam ansiedade, psicopatia, hiperatividade etc. podiam ter os efeitos opostos dependendo do ambiente em que o portador fosse criado. Ou seja, quem carrega esses genes “malditos”, mas não passa por traumas, será muito mais ajustado do que quem não tem essas mutações. E o que se conclui disso tudo? Bem, que os cientistas ainda vão quebrar a cabeça por muito tempo. Se não dá nem pra dizer que existe um gene da depressão, como falar, então, do gene da “habilidade-de-driblar-adversários-e-chutar-a-bola-no-gol”? Ou seja, ainda não há consenso entre os cientistas de que exista talento para futebol (ou pra música ou pra gerir uma empresa). Pelo menos, não um ditado pelo DNA.

99% transpiração

Em 1992, pesquisadores ingleses e alemães resolveram estudar pessoas talentosas para entender o que as diferenciava dos reles mortais. Para isso, investigaram pianistas profissionais e os compararam com pessoas que tinham apenas começado a estudar, mas desistido. (Pianistas são excelentes cobaias porque seu talento é mensurável: ou eles sabem executar a música ou não sabem). O problema foi que os cientistas não conseguiram achar ninguém com habilidades sobrenaturais entre as 257 pessoas investigadas – todos eram igualmente dotados. A única diferença encontrada entre os dois grupos é que os pianistas fracassados tinham passado muito menos tempo estudando do que os bem-sucedidos. Quer dizer, não é que faltou talento para os amadores virarem mestres – faltou dedicação.

Ok, isso não é novidade. Todo mundo sabe que a prática leva à perfeição. A novidade é que, pela primeira vez, cientistas conseguiram medir o tempo necessário de estudo para alguém se destacar internacionalmente em alguma área: 10 mil horas. Foi a esse número que o especialista em sucesso Anders Ericsson chegou depois de observar os grandes talentos das mais diversas áreas. Todo mundo que foi alguém, ele concluiu, do campeão de xadrez Kasparov ao Steve Jobs, ficou esse tempo todo aperfeiçoando seu ofício. E não estamos falando de exercícios leves. O que realmente faz alguém ficar bom em algo é treino duro, dolorido, no limite do executável. No fim das contas, é treino tão difícil que modifica seu cérebro. (Só para constar: estima-se que aos 6 anos Mozart já tivesse estudado piano durante 3 500 horas. Quer dizer, ele não era talentoso, era assustadoramente dedicado.)

É aí que está a chave do sucesso: no cérebro (pra variar). Nosso cérebro é formado por duas partes principais: a massa cinzenta (os neurônios) e a massa branca. Durante muito tempo, acreditamos que a capacidade cerebral estava escondida nos neurônios. Nos últimos 5 anos, no entanto, neurologistas e psiquiatras resolveram estudar a massa branca, que até então era ignorada. O que eles descobriram mudou a maneira de entender as habilidades.

A massa branca é formada principalmente por mielina, um tipo de gordura que envolve os axônios (aquele rabinho comprido que todo neurônio tem). Ela serve de isolante para os impulsos elétricos que percorrem o cérebro. Sempre se soube que a mielina estava distribuída de forma irregular ao redor dos neurônios, mas só agora descobriu-se por quê. Ela é depositada sobre as células nervosas com o intuito de melhorar a condução da eletricidade. A distribuição desigual serve para deixar os impulsos elétricos mais precisos – para chegarem ao mesmo tempo nos neurônios, por exemplo (veja no quadro abaixo). À medida que os impulsos elétricos se tornam precisos, eles coordenam melhor os nossos movimentos e pensamentos. Isso vale para qualquer tipo de ação: de jogar basquete a entender física quântica ou falar em público. “Quando você pratica algo, a mielina se deposita e os sinais entre as sinapses vão ficando mais eficientes. A mielinização leva à perfeição”, diz George Bartzokis, professor de psiquiatria da Universidade da Califórnia, maior especialista do assunto no mundo. Esse processo é tão importante que até um bebê recém-nascido só abre os olhos depois que a mielina em seu cérebro se depositou nos lugares certos. Da mesma forma, afirma Bartzokis, um idoso perde sua mobilidade não porque seus músculos se atrofiaram, mas porque a mielina do cérebro decaiu.

Pane no sistema

Para a mielinização ser mais eficiente, é preciso errar muito e sempre. Você já deve ter sentido isso na pele. Quando cai da bicicleta ou leva uma bronca do seu chefe por causa de um relatório malfeito, você vai se esforçar em dobro para o escorregão não acontecer de novo. “Se você sempre repetir aquilo que já sabe, não há evolução. O ideal é falhar tentando algo novo e mais difícil”, diz Anders Ericsson. É nessa condição que a mielina é mais eficientemente espalhada pelo cérebro. Os que erram – e treinam mais – são também recompensados. Isso é visível em ressonâncias magnéticas. Músicos, escritores e crianças que tiram nota alta têm muito mais massa branca do que seus pares “comuns”. Quem, aliás, era recordista em massa branca era Einstein. Quando o cérebro do físico foi dissecado, notou-se, entre outras coisas, uma quantidade anormal de mielina. “Quem nunca errou nunca fez nada de novo”, dizia ele.

Na teoria, a mielina é muito linda: ela recompensa quem se esforça e qualquer um pode ser bem-sucedido. Mas, como tudo na vida, há algumas limitações (ou você acreditava realmente que poderia ser como o Kaká?). O auge da mielinização acontece durante a infância, quando toda forma de atividade é novidade e tem de ser aprendida: de abrir os olhos a usar os talheres. Até os 30 anos, ela continua em alta escala – e é justamente quando se aprendem novas habilidades com facilidade. Até os 50, a mielina ainda pode ser ajustada em direção a um ou outro aprendizado. Depois disso, infelizmente, as perdas são maiores que os ganhos. A mielinização continua, mas para preservar as aptidões já adquiridas. Ou seja, a má notícia é que, se você quisesse ter sido o Kaká, deveria ter começado cedo. Já a boa é que, se você se contenta em apenas melhorar o seu trabalho para ser promovido, há tempo de sobra.

Além da idade, há algumas limitações sérias. Há cérebros mais preparados para mielinizar do que outros. Por exemplo, quem não consegue metabolizar apolipoproteínas já sai perdendo. Elas são proteínas que se ligam às gorduras (o colesterol, principalmente) e têm grande influência na produção de mielina. (Mielina tem muito colesterol. Por isso, se você andava cortando o ovo com medo de problemas cardíacos, pense que isso pode estar emburrecendo você. Não é à toa também que médicos ultimamente têm receitado ovo para pacientes com Alzheimer – ele parece influir nas habilidades do cérebro.) Essa disfunção pode ser detectada numa análise genética, mas, adivinhe só, como tudo que envolve genes, ainda não está esclarecida.

Tem que lutar, não se abater

Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. É ele que permite que a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento – era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações – passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.

A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca dotrabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento – por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.

Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. “A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo”, diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos – e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou.

Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis – para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. “O desejo de atribuir significado ao nossotrabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural”, escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho.

Agulha no palheiro

Christopher Langan e Robert Oppenheimer eram dois americanos de QI sobre-humano (o de Christopher é um dos maiores de que se tem notícia: 195. O QI de Einstein, por exemplo, era 150). Christopher aprendeu a ler sozinho aos 3 anos, aos 15 desenhava retratos tão realistas que pareciam fotografias, aos 16 gabaritou o vestibular e perto dos 20 decidiu dedicar sua vida à física teórica. Já Robert fazia experimentos químicos complexos aos 8 anos de idade, aos 9 já falava grego e latim e aos 22 tinha concluído seu doutorado, com passagens pelas Universidades Harvard e de Cambridge. Os dois, além de gênios, eram esforçados e passaram a juventude enfurnados em livros – alcançaram facilmente a marca das 10 mil horas de estudo. Robert virou um dos físicos mais importantes do século 20 e ficou conhecido como o “pai da bomba atômica”, pois liderou o time que desenvolveu a arma durante a 2ª Guerra Mundial. Já Christopher fracassou. Largou a faculdade em pouco mais de um ano. Trabalhou como garçom, operário da construção civil e zelador. Hoje, vive enfurnado em casa, sozinho, tentando elaborar uma teoria geral que explique o Universo inteiro. O que foi que deu errado com Christopher?

É duro dizer, mas sucesso depende também de uma boa quantidade de sorte. Estar na hora e lugar certos é muito importante – às vezes até mais do que as horas de treino. Christopher Langan, por exemplo, nasceu em uma família pobre. Chegou à faculdade porque ganhou uma bolsa de estudo. Mas teve de largar as aulas depois de perdê-la, porque sua mãe, que nunca acompanhou ou incentivou seus estudos, esqueceu-se de renovar o contrato que daria ao filho mais um ano de estudos grátis. Sim, ele deu muito azar. Não por causa da mãe desleixada – mas porque nasceu em uma família desestruturada. Um estudo feito na Universidade do Kansas mostrou que crianças que crescem em classes sociais mais baixas ouvem, em média, 32 milhões de palavras a menos nos primeiros 4 anos de vida do que seus colegas abastados (sim, alguém contou). Além disso, elas são expostas a um vocabulário menos variado e não são incluídas nas conversas “de adulto”. Isso pode não ter consequências diretas na inteligência das crianças, mas tem na maneira como elas se relacionam com as pessoas.

Ter habilidade social, aliás, é fator determinante para ser bem-sucedido. E é esse o elemento que foge das estatísticas da ciência. Em áreas em que os mais talentosos são sempre recompensados, como nos esportes ou na música, a regra das 10 mil horas e a importância da persistência fazem sempre sentido. Mas, em ambientes onde a competição é velada, como nos escritórios, o talento pode facilmente ficar em segundo plano – e perder importância para o tête-à-tête, as famosas afinidades. “A personalidade de uma pessoa afeta não só a escolha do trabalho mas, mais importante, quão bem-sucedida ela vai ser na carreira”, diz Timothy Judge, especialista em carreira e personalidade da Universidade da Flórida. Timothy revisou 3 estudos longitudinais de personalidade que acompanharam a carreira de mais de 500 pessoas e chegou a conclusões interessantes. Pessoas autoconscientes, racionais e que pensam antes de agir costumam ganhar mais e subir mais cargos. Já quem é extrovertido e emocionalmente estável é mais feliz. Para o pesquisador, depois de anos observando as pesquisas, subir de status pode ser importante, mas o fator mais determinante para o sucesso ainda é sentir-se realizado. “Se a pessoa está infeliz no trabalho, tem de descobrir o que está atrapalhando. Senão o sucesso não vem mesmo.”

A fórmula do sucesso

A regra das 10 mil horas 
Quer brilhar muito na vida? Passe 10 mil horas praticando. Pelo menos, foi isso que os grandes especialistas de todas as áreas fizeram.

Os genes não determinam o sucesso. Isso é bom, porque quer dizer que basta você se esforçar para melhorar o seu desempenho. E isso é ruim também, porque você depende apenas do seu suor para chegar lá. Suor, no caso, são 10 mil horas. Entenda aqui o tamanho da encrenca:

FONTE: SUPERINTERESSANTE

Em resumo

Se você passou o texto inteiro por preguiça para ler o resumo, eu já tenho uma péssima notícia para você. Como visto no post, a pesquisa científica demonstrou que o sucesso é alcançado com muita dedicação. Muita mesmo. Para você ter noção, 10 mil horas equivalem a 416 dias ou 1 ano e 51 dias.  Adotando a suposição que, quem quer que seja a pessoa, nunca vai dedicar mais de 10 horas diárias ao treino de uma atividade ( exceto, em casos excepcionais, vide Tesla), teríamos aí, um longo período. Para ilustrar, adotando que uma pessoa treine/estude 5 horas diárias em sua atividade, para ela alcançar a regra das 10 mil horas demoraria mais de 5 anos. Sabendo que o período dedicado ao estudo e treino dos brasileiros está de acordo com os índices dos países do terceiro mundo, ou seja, menos que 30 minutos diários de dedicação ao aprimoramento, temos o alcance da meta para mais de 30 anos.  Deu para você entender agora porque, pessoas como Tesla, que estudava 11 horas diárias, viraram sumidades intelectuais em suas áreas?

Conforme o constatado na pesquisa dos pianistas de sucesso, quanto maior a sua dedicação para atividade exercida, maior suas chances de sucesso. Porém, dedicação não é tudo. Existe aquele lado da moeda que é , na minha opinião, a dor de cabeça das pessoas dedicadas: sorte e habilidade social. Por mais dedicação, treino, conhecimento e autocontrole que você tenha em sua atividade, ainda é necessário ter sorte e habilidade social. Habilidade social é possível conseguir, sorte não – embora existam estudos que, mesmo não sendo comprovados, levam os cientistas a crer que quanto mais inteligente é uma pessoa, mais solitária ela se torna (na verdade, há até pesquisas que dizem que o grau de infelicidade é diretamente proporcional ao aumento da inteligência crítica.)

O trecho acima está exemplificado no caso dos dois físicos apresentado no texto. Ainda que ambos tivessem QI’s sobre-humanos, apenas aquele com sorte e certa habilidade social obteve sucesso. Desse modo, a dedicação do físico “fracassado” não levou à lugar algum. Fato que nos remete ao ditado da “vida ser injusta”, o que não é necessariamente certo, pois se adotarmos que “justiça” é um termo/doutrina/filosofia criado pelo homem e não uma lei natural.

Dessa forma, a resposta para questão que intitula esse post é a seguinte: para atingir o sucesso você precisa de 10 mil horas de dedicação à sua atividade + autocontrole+ motivação + persistência + habilidade social + sorte. Ficou claro o porquê a maioria das pessoas não atinge o sucesso durante sua existência. Sucesso é um processo árduo, que custa tempo, vida, sorte e superação.

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14.02.2012 – 17:23
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13.02.2012 – 17:20

Cervejeiros escutaram suas preces: Búlgaros inventam cerveja que aumenta seios

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Esses cervejeiros… o que esperar deles? Parece que dessa vez conseguiram unir o útil ao agradável (muito agradável) na visão masculina: uma cerveja que, quando ingerida pelas mulheres, aumentam consideravelmente os seios. Agora mulher que beber cerveja não vai ficar mais barriguda, vai ficar peituda. É uma revolução no mundo dos pinguços.

Uma empresa na Bulgária afirma ter inventado a Bohza, uma cerveja especial que faz com que os seios femininos aumentem consideravelmente o tamanho.
Inicialmente a cerveja foi desenvolvida para ajudar as mães na amamentação, porém algumas mulheres que não estavam amamentando, mas que consumiam a cerveja, começaram a notar algumas diferenças em seus seios, segundo a fabricante Yavor-M a bebida pode aumentar em até 2 números o tamanho do sutiã.

” É natural, divertido e saudável de se beber e ainda bem mais barato do que qualquer outra cirurgia ” – Diz Kristian Gyoshev, porta-voz da fábrica.

A empresa ainda vai fazer testes para observar os efeitos colaterais e o efeito da cerveja em homens. Mas são pequenos problemas que não superam os efeitos positivos do invento. Alguma mulher se interessou? Com certeza, vai ter mulher por aí ganhando cerveja como presente de aniversário, natal, pascoa, sabecomoé essa macharada hehehe!

 

 

 

 

Fonte: http://darknessinweb.blog.com

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13.02.2012 – 10:30

O Universo de Lovecraft : Da ficção à realidade

“Todos os meus contos partem da fundamental premissa de que as leis, interesses e emoções humanas não possuem nenhuma validade ou significância na grande imensidão do universo.”

H. P. Lovecraft

O Ah Duvido ficou de folga por uma semana e você aí pensando que nosso post-retorno ia ser um mero postzinho, desses que a razào permite concordar? Não, lógico que não! Esses é um dos posts malucos, que hora ou outra aparecem por aqui. Vamos tratar de um tema aqui bastante… como posso dizer… doido. Estou me referindo a real possibilidade da existência de Cthulhu (bem , não apenas dele mas de toda a esfera Lovecraftiana). Calma, eu sei que a maioria aqui nunca ouviu falar dele, ou mesmo de Lovecraft, por isso vou apresentar os elementos necessários, antes de prosseguir, para você compreender o raciocínio que está mais pra lá da falta de sensatez do que “cachumba de maconheiro”. Confira: Continue lendo!

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13.02.2012 – 9:00

Caso “Fora Globo”

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Há tempos tratamos desse assunto aqui. Acredito que, pelo menos para os leitores mais frequentes do Ah Duvido, não é novidade o fato que o jornalismo da Globo é totalmente tendencioso. Excetuando o Programa “Profissão Repórter”, os demais telejornais são lotados de notícias compradas. O jornalismo, que tem como objetivo transmitir a verdade de forma mais precisa possível, na emissora dá lugar à um pseudo-informativo que tem como propósito manipular a opinião popular.

Quando a categoria de policiais civis e militares e os bombeiros do RJ e alguns outros estados decidiram fazer greve em plena semana pré-carnaval para reivindicar um reajuste de salário justo, eu achei genial. E a idéia é brilhante porque, no Brasil, tudo pode faltar, tudo pode ir para o espaço, tudo pode cair no mar do esquecimento, tudo é tolerado por mais hediondo que seja o ato, exceto duas coisas: acabar com o futebol e acabar com o carnaval. E era exatamente isso que o Estado teria que fazer frente a ausência de segurança e auxílio. Assim, a resposta medida inadequada de reajuste salarial teria que ser rápida, caso contrário, já era para a festa popular. Como carnaval envolve muita politicagem, e politicagem na qual a Globo está envolvida, os jornais da Globo começaram a atacar, sem qualquer pudor, de forma nitidamente tendenciosa, os protestos.

A resposta dos manisfestantes veio ontem, quando a equipe da Globo foi cobrir o protesto na praia de Copacabana. Como vocês podem acompanhar pelo vídeo publicado acima, a equipe foi expulsa do local.

Sinceramente, em primeiro instante, ao assistir as imagens, não conseguir julgar se achava certo ou errado. Embora os profissionais que trabalhem na emissora saibam da sua missão e valores, assim como do seu comportamento tendencioso, os mesmos não deixam de ser apenas “peões” nesse jogo. Sempre estarão recebendo ordem de terceiros e são esses que precisam ser atingidos. Contudo, como não houve violência no ato de expulsão, ele foi bastante válido.

Todavia, acredito que não seja essa a forma mais eficaz de protesto contra emissora. Como vocês devem saber, a Globo é uma empresa e maior parte da sua renda vem da publicidade. Se divulgar com a Globo gerar um efeito negativo, a marca provavelmente não irá divulgar mais. Então, você que quer protestar contra a emissora, pode fazer através de dois gestos simples:

1. Parar de assistir a qualquer programa transmitido por ela;

2. Parar de comprar qualquer produto vinculado em seus comerciais e programas, deixando claro, nas redes sociais e em seus sites, blogs, tumblr e afins, que não vai comprar mais aquela marca enquanto a mesma estiver vinculando a sua publicidade na Globo.

Pronto. Você tem o seu problema resolvido. Basta um número grande de pessoas adotarem a idéia e o efeito será imediato. Claro que isso exige sacrifícios. Geralmente as marcas que anunciam na Globo são as maiores do seu segmento. Desse modo, se você pensa em iniciar esse protesto, já tem que ir pensando em trocar, por exemplo, a sua Coca Cola pelo velho e saboroso Kissuco de Limão (há uma teoria que diz que Kissuco é corante com água). De maneira semelhante, também pode começar a pensar em deixar de lado aquela idéia de comprar aquela TV 52 polegadas em 24x nas Casas Bahia.

E aí, o que você leitor, pensa sobre tudo isso?

 

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