Finalmente: conheça mais 5 criaturas lendárias – parte 10

Demorou, mas finalmente chegamos ao fim. Depois de 9 matérias sobre criaturas lendárias, chegamos para apresentar mais 5 monstros impressionantes. Essas criaturas lendárias podem ser realmente assustadoras. Portanto, prepare-se caso você não seja um pouco sensível ao ouvir histórias aterrorizantes.

1. Leviatã

Criaturas lendárias

Leviatã, se existir, deve ser uma das mais poderosas criaturas dos mares. A criatura mitológica, geralmente relatada possuindo grandes proporções, era bastante comum no imaginário dos navegantes europeus da Idade Moderna. Existem uma infinidade de relatos de encontros assombrosos com Leviatã durante as explorações dos antigos navegadores. A descrição que prevalece entre tantas é que Leviatã é uma mistura de Serpente do Mar gigantesca com dragão, com quase 50 metros de comprimento, capaz de destruir navios sem o mínimo esforço.

No Antigo Testamento, a imagem do ‘Leviatã é retratada pela primeira vez no Livro de Jó, capítulo 41. Sua descrição na referida passagem é breve. Foi considerado pela Igreja Católica durante a Idade Média, como o demônio representante do quinto pecado, a Inveja, também sendo tratado com um dos sete príncipes infernais.

2. Bispo do Mar

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Bispo do Mar (ou Peixe-bispo) é uma espécie de monstro marinho cujos relatos datam do século XVI. De acordo com a lenda foi capturado em 1433 no Mar Báltico, e foi oferecido ao rei da Polónia que desejou mantê-lo consigo. Ao ser apresentado a um grupo de bispos católicos gesticulou como se solicitasse sua libertação, súplica essa atendida pelo rei, assim sendo fez o Sinal da Cruz, em gratidão e desapareceu no mar em seguida. Supostamente um exemplar da espécie foi capturado próximo a Alemanha em 1531, porém, recusando-se a alimentar-se morreu em três dias. Foi descrito no quarto volume da obra de Conrad Gesner, HISTORIA ANIMALIUM.

Os criptozoologistas acreditam que o “Peixe Bispo” não seja único e sim, uma espécie que vive nas profundezas do Oceano.

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3. Megalodon

Criaturas lendárias

Megalodon (também denominado megalodonte ou tubarão-branco-gigante) foi uma espécie de tubarão gigante que provavelmente viveu entre 20 e 1,6 milhões de anos atrás no período Mioceno no Oceano Pacífico.

Os dentes são em muitos aspectos similares aos do tubarão-branco atual (Carcharodon carcharias), mas com um tamanho que pode superar os 17,5 centímetros de comprimento, pelo que se pode considerar a existência de um estreito parentesco entre as espécies. No entanto, alguns investigadores opinam que as similitudes entre os dentes de ambos os animais são producto de um processo de evolução convergente. Por causa de seus grandes dentes que o nomearam Megalodonte que significa “dente enorme”.

O tamanho desta criatura era entre 20 e 35 metros, com um peso que podia chegar as 50 toneladas.

Em 1995, foi feita proposta para mover a espécie para um novo género, Carcharocles. Esta questão ainda não está de todo resolvida. Muitos paleontólogos inclina-se para o nome de Carcharocles, enquanto que outros (sobretudo especialistas em biologia marinha) mantêm a conexão com o tubarão-branco e incluem ambos os animais no género Carcharodon. Os defensores de Carcharocles opinam que o ancestral mais provável do megalodonte foi a espécie Otodus obliquus, do Eoceno, enquanto o tubarão-branco descenderia da espécie Isurus hastalis.

Existe a teoria de que os megalodontes adultos se alimentavam de baleias e que se extinguiram quando os mares polares se tornaram demasiado frios para a sobrevivência dos tubarões, permitindo que as baleias pudessem estar a salvo deles durante o verão.

Havaí

Os avistamentos do Megalodon se deram por volta dos anos 1970, no Havaí. O receio foi tanto que as autoridades locais montaram forças tarefas para caçar o animal. Não descobriram nada de anormal. Entretanto, surfista continuaram a sumir e os únicas pistas que deixavam para trás eram pedaços das pranchas.

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O pesquisador Marcelo Rodrigues de Carvalho, da Universidade de São Paulo, fala que a existência do bichano é improvavel:

“Um tubarão daquele tamanho realmente precisaria comer bastante para sobreviver. Um tubarão-branco (espécie bem parecida com o megalodon, embora muito menor) pode comer uma vez por semana, uma vez até cada 10 dias, mas quando come, come bastante”, diz o pesquisador

4. Tatzelwurm

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Tatzelwurm é também chamado de stollenwurm, springwurm, ou jumping worm, é um animal que possui cinco ou sete de comprimento, com forma de cobra, com aparência de felino na região da cabeça. Semelhante criatura faz parte do folclore escandinavo há séculos.

A primeira aparição do Tatzelwurm foi há 1700 anos atrás, para um fazendeiro, o qual atacou seus animais, particularmente porcos. O fazendeiro ficou tão aterrorizado que sofreu um ataque cardíaco e morreu algum tempo depois.

Em 1930, o engenheiro Hans Flucher, começou a investigar a existência de Tatzelwurm para a revista científica Kosmos e obteve algumas narrativas: Kaspar Arnold, funcionário da estrada de ferro, viu em julho de 1883 ou 1884, em Spielberg, Hochfilzen, Tyrol; e o funcionário de um hotel, Johann Biechl, em Hochfilzen, Rauris, no verão de 1921.

Até hoje notícias do Tatzelwurm tem se espalhado pela Suiça. Ou nas proximidades dos Alpes.

A primeira vez Tatzelwurm foi citado cientificamente por Conrad Gessner no Historica animalium. Depois as aparições foram analizadas por Bernhard Heuvelmans e pelo Dr. A. von Drasenovitch, que faz um relato de um ocorrido em 1.908; Outro estudioso do assunto foi Jacobs Nicolussi  que analisou os 65 relatos da aparição do Tatzelwurm. Até hoje não se tem nada de concreto, apenas relatos macabros, a maioria de fazendeiros.

5. Dragões

Criaturas lendárias

Dragões são, sem dúvida, uma das figuras mais enigmáticas que supostamente pisaram nesse planeta. Eles estão presentes em praticamente todas as histórias das civilizações. Existem manuscritos narrando confronto de cidades e seus exércitos nos primeiros séculos contra ataques de dragões. Tanto na Europa, quanto na Asia e nas Americas, existe lenda de dragões. Mitos que provém de épocas em que essas culturas não tinham entrado em contato. Como pode uma criatura que nunca existiu estar presente em todas as culturas sem ao menos haver a disseminação de uma cultura para outra?

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Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκων) são representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.

Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.

Nunca se encontrou nada além de relatos, tão pouco houve avistamentos de dragões. Sabe-se, porém, que os dragões eram odiados pelos humanos e que eram considerados inimigos dos homens. Alguns Criptozoologistas sugerem que eles tenham sido extintos na Idade Média. Entretanto, não há como explicar a ausência completa de evidencias. Nenhum fóssil, ossada, carcaça até hoje foi encontrada. Tudo que se sabe sobre dragões vem de livros, textos, pinturas, desenhos e manuscritos da Antiguidade.