Algumas das previsões científicas mais erradas da história

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Algumas das previsões científicas mais erradas da história
Algumas das previsões científicas mais erradas da história

Olá pessoal, agora estou voltando ao normal e estarei postando com mais frequência, prometo!

Bem, hoje vou falar sobre uma seleção de eventos que  a posteridade provou estarem errados, outrora preditos por alguém ou até mesmo por um cientista. Confira algumas das previsões científicas que não se cumpriram:

  • Professor de Filosofia e Astronomia da Universidade de Londres,  Dionysys Lardner  (1793-1859). Ele disse que nenhum navio a vapor poderia atravessar o Atlântico, porque eles precisariam de mais carvão do que poderia transportar, dois anos depois, um navio chamado  Great Western  atravessou. Ele também se atreveu a dizer:
É impossível viajar de trem em alta velocidade porque os viajantes não conseguiriam respirar e morreriam por asfixia.
  • Simon Newcomb  (1835-1909), um astrônomo americano que, 18 meses antes do primeiro vôo dos irmãos Wright disse:
Criar máquinas voadoras mais pesadas que o ar é inviável e inútil, se não for radicalmente impossível.
  • Ernst Mach  (1838-1916), professor de Física na Universidade de Viena:
É muito difícil para mim aceitar a teoria da relatividade e da existência de átomos, entre outros dogmas.
  • Ernest Rutherford  (1871-1937), após a divisão de um átomo pela primeira vez:
A energia produzida pela divisão de um átomo é muito insignificante. Quem esperar uma fonte de energia da fissão desses átomos está falando bobagem.
  • John Lightfoot , vice-chanceler da Universidade de Cambridge, pouco antes da publicação de  A Origem das Espécies :
O céu e a terra foram criados juntos e no mesmo instante, em 23 de outubro de 4004 anos aC, às nove horas.
  • Scipione Chiaramonti, pai do Papa Pio VII:
Animais em movimento, têm membros e músculos. A terra não tem membros ou músculos, portanto, não se move.

E para finalizar, quando o inventor do Walkman propôs a invenção,  os relatórios deixaram claro que a invenção não fazia sentido, afinal de contas, quem gostaria de descer a rua com música nos ouvidos, incapaz de ouvir o que se passa em sua volta?

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