10 fatos do Facebook que talvez você não conheça

10 fatos do Facebook que talvez você não conheça

O Facebook se tornou a maior rede social do Brasil, substituindo o Orkut. Separamos alguns fatos sobre o Facebook, um tanto interessante e estranhos que talvez você desconheça. Confere aí os 10 fatos do Facebook que talvez você não conheça

10. A média de amigos é de 130

Você está preocupado com sua popularidade? O número médio de amigos no Facebook é de 130, e as mulheres tendem a ter um pouco mais do que os homens. No entanto, apesar de ter centenas de amigos, a maioria das pessoas só interagem regularmente com 4-7 pessoas.

 9. Mais de 25% dos usuários já foram despejados via Facebook

Uma pesquisa de junho de 2010 com mil usuários do Facebook – 70% dos quais eram do sexo masculino – revelou que 25% haviam sido “despejados” via Facebook (através do seu status, mudando seu relacionamento para ‘solteiro’).

20% dos entrevistados disseram que iriam terminar um relacionamento mudando seu status de relacionamento no Facebook para “solteiro”. Embora preocupante, a pesquisa mostra que a maioria das pessoas não se divide via Facebook.

8. Facebook não permite fotos de mães amamentando seu bebê

O Facebook provocou uma tempestade de ira maternal quando ela puxou fotos de amamentação de bebês que as mulheres tinham postado em seus perfis pessoais, porque considerou-os um pouco revelador. A política entrou em conflito com o fato de o Facebook não censurar mulheres de biquíni, por exemplo. Em resposta uma campanha reuniu 11 mil mulheres que postaram fotos de si mesmas amamentando com a frase “Ei, Facebook, amamentar não é obsceno!” O grupo no Facebook já possui 250 mil membros.

7. Facebook separa 1 em 5 casais

Costumava ser a marca de batom no colarinho, mas hoje um em cada cinco divórcios envolve a rede social Facebook, de acordo com uma nova pesquisa pela Academia Americana de Advogados Matrimoniais. E 80% dos advogados de divórcio também relataram um aumento no número de casos que usam a mídia social para provar que foram enganados por seus parceiros(as)

6. Al Pacino foi o primeiro ‘rosto’ do Facebook

Como a rede social Facebook só ficou famosa recentemente, certamente não irá lembrar desse visual antigo, em que um rosto com um olhar para baixo aparecia a cada vez que íamos efetuar o login. Mudaram ele em 2007, por isso, que você provavelmente não sáiba do que estamos falando.

5. 36% dos usuários verificam o Facebook, Twitter ou mensagens de texto depois de fazer sexo

Acendendo um cigarro após o sexo? coisa do passado. Um estudo de outubro de 2009 sugeriu que as redes sociais estão se tornando cada vez mais importante na vida dos jovens. Entre os menores de 35 anos, 36% admitem “twittar, mandar mensagens e verificar o Facebook após o sexo.” 40% dos entrevistados admitiram verificar as redes enquanto dirigem, 64% disseram que usam no trabalho, e 65% usam estas redes sociais durante as férias.

4. Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de “Transtorno de Vício em Facebook”

Facebook Addiction Disorder (FAD) é um termo introduzido por psicólogos americanos para aqueles que são viciados em Facebook e sua vida é realmente afetados por suas atividades sem controle na rede social. Os efeitos mais comuns são a perda de produtividade, a incapacidade de concentração, a superficialidade das amizades, bem como isolamento em casos extremos.

3Os usuários do Facebook têm notas mais baixas do que os não-usuários

De acordo com um novo estudo da Ohio State University e seu co-autor Adam Duberstein de Ohio Dominican University, dos 800 milhões de membros estudantes universitários que utilizam a rede social têm significativamente notas menores do que aqueles que nao tem perfil na rede.

2. O Burger King já deu hambúrgeres de graça para usuários que excluíam amigos do Facebook

Em janeiro de 2009, uma campanha publicitária do Burger King conhecido como “Whopper Sacrifice” alguns usuários do Facebook foram recompensados com um “Angry Whopper” um de seus sanduíches, que deletassem publicamente 10 amigos por meio de um aplicativo. Os excluídos recebiam a mensagem que haviam sido deletados por um hambúrger grátis. A campanha usou a mensagem “Amizade é forte, mas o Whopper é mais forte”. O aplicativo da promoção foi baixado 55 mil vezes e mais de 250 mil amigos foram sacrificados.

1. Um homem foi preso por assediar publicamente sua própria filha no Facebook

Talvez em um dos piores crimes cometidos no Facebook, um pai da Pensilvânia foi preso por supostamente ter pedido para sua filha adolescente fazer sexo pelo Facebook. John Forehand, 39, apelidava-se de “Daddy Bad” enquanto se correpondia com sua filha de 13 anos. O pai confessou a filha que tinha sonhos “inapropriados” com ela e escreveu ainda que iria “cuidar muito bem de sua menininha”. A garota contou para sua mãe sobre as mensagens e ela alertou a polícia que forjou um encontro de Forehand com sua filha e o prendeu.

FONTE: http://www.cutucatucano.com.br

  • Renan Santos

    Olha, tenho uma opinião sobre isso… Orkut, Facebook, Twitter, e todas as redes sociais derivadas dessas vertentes, a meu ver, são instrumentos de alienação.

    Generalizar é burrice, porém, em tais redes sociais é quase impossível existir assuntos interessantes, com teor cultural capaz elevarem o conhecimento de alguém. Reconheço a necessidade do ser humano em se socializar, mas reconheço também uma necessidade quase doentia e pouco nobre da maioria dos usuários das redes sociais na auto-afirmação, focando no hedonismo exacerbado, na carência, na ignorância e na falta de comprometimento com objetivos maiores.

    Evidentemente, há os que fazem o bom uso dessas ferramentas, mas é minoria. Percebo que o voyerismo social serve como um instrumento psicológico para os indivíduos, uma ferramenta de comparação, visando uma auto-realização mediante os parâmetros que procuram na rede. Claro que o paradigma sempre será da gostosona, do bonitão, do mais popular, etc. e fingir ser amigo ou estar próximo de alguma forma desses tipos incute na cabeça dos usuários uma sensação de ‘pertencer’ a um grupo, obtendo um relacionamento ou status ‘diferenciado’ dos demais, digamos assim.

    É uma tendência nos seres humanos se sentirem indivíduos especiais, de aura quase divina. Por isso, uma das frases que mais ouvimos hoje é ‘Acessa o meu Face e veja o que postei lá!!!’, com a intenção das pessoas ‘curtirem’ as suas idéias, os seus momentos, as suas felicidades e até mesmo as infelicidades, como se a realidade do indivíduo (quase sempre maquiada) ofereça um modelo a ser seguido, ou um objeto de desejo e de grande importância para os demais (fantasiar também é bem humano).

    Confesso que, com 28 anos, estou vivendo esse fenômeno e já usufrui em alguns momentos das redes sociais, porém, nunca compreendi o seu real valor. Acho que existe um grande problema quando as pessoas deixam de se relacionar da forma tradicional, substituindo palavras, toques, cheiros por bits e conexões eletrônicas. Como diria Marx, é uma inversão dialética, pois nesse meio, não há atitudes concretas, passíveis de historicidade e de atitudes que de fato alteram a realidade de alguém ou de alguma coisa (esse meio não tem a obrigação de ser assim, porém, estão exagerando não é mesmo?).

    Tenho um amigo que estava na Líbia e viu todo conflito acontecer. Ele me disse que, um mês antes do conflito eclodir, as revoltas de maior intensidade deram-se com o bloqueio que o governo fez às redes sociais. Faltou inteligência para o Kadaffi, pois, se tivesse seguido a cartilha de Maquiavel, saberia que não se altera as festas do povão, pois é uma situação de controle de massas. Algo como o carnaval brasileiro, porém, no meio eletrônico… Já imaginaram o que o povo faria se a tal festa fosse proibida?

    Enfim, as redes não vão deixar de existir (e nem deve), mas o que deve ser melhor empenhado é a gestão do tempo, com o bom uso dessas ferramentas, o bom arbítrio entre o que serve e o que não serve, agregando sempre conteúdos que elevam o espírito (no sentido aristotélico do termo) do homem. Por quê? Bom, parte resposta está na busca para o sentido da própria existência. Por que está aqui? Para ser um espectador da vida dos outros? Abs…

    • Muito bom, dava de fazer um post com esse texto. Minha opinião é que as redes sociais expressam a essência da cultura de um povo em sua maioria. Tempo atrás estava lendo que em países asiáticos fotos e texto sobre tecnologia se equiparam no compartilhamento nas redes sociais. E o que você vê em países como Japão ou na Correia do Sul, senão nações preocupadas com Ciência e tecnologia? E o que você presencia por aqui? É um monte de gente querendo ser engraçado, compartilhando piadinhas, memes e fofoca, o que não é muito diferente dos americanos, fora o compartilhamento de fotos, que o brasileiro parece que tem um transtorno fotográfico compulsivo, tira foto de tudo e põe na rede, tem pessoas que você consegue construir a vida dela sem ela precisar te contar, só fazendo uma colagem das fotos.

      No vídeo que está publicado no post dos 12 defeitos dos brasileiros, no item que fala sobre a idolatria a cultura e costumes do exterior, em especial dos EUA, o Eike Batista fala algo muito importante sobre o nosso povo: brasileiro gosta de “ir levando”, ajeitando como dá, não gosta de se preocupar com nada e resume tudo em diversão o quanto pode, por isso deixa para cima da hora. É exatamente essa imagem que você acaba vendo nas redes sociais. E por esse motivo que quem usava o Facebook antes do sucesso diz que ele foi “Orkutizado”.

      Sobre a parte do seu comentário que fala sobre a cartilha de Maquiavel, eu concordo perfeitamente. Acho que os maiores Estados do mundo hoje, como Inglaterra e os Estados Unidos, utilizam dela. Um exemplo clássico foi durante o casamento real, onde a Inteligência Inglesa abafou na imprensa e nas redes sociais, os protestos dos universitários que ficaram furiosos ao saber que teriam que pagar o casamento com o aumento das mensalidades nas Universidades. Chega ser engraçado como um livro tão antigo pode ser aplicado ainda hoje.

      Sobre o paragrafo final do seu texto, achei perfeito, é exatamente isso, até mesmo as pesquisas publicadas pelo IBOPE e pela AdAge : pelo menos aqui no Brasil, o quadro que se apresenta são de pessoas que passam um longo tempo na Internet durante a semana, sendo que quase a totalidade desse tempo é distribuído entre redes sociais e olhar email. Ou seja, não aproveitam do potencial que a Internet tem.

      Mais uma vez, parabéns pelo texto.

  • cesar

    facebook e coisa de retardado