10 guerras que os Estados Unidos não precisariam ter participado

23/06/2017

5. Intervenção da OTAN na Líbia em 2011

A Guerra Civil da Líbia começou em fevereiro de 2011 depois que as forças de segurança do ditador Muammar Kadafi começaram a executar manifestantes da Primavera Árabe que pediram sua renúncia. Embora os rebeldes tenham tomado rapidamente a cidade de Benghazi, as tropas de Kadafi logo apareceram prontos para retomar a cidade e realizar um banho de sangue de retaliação.

Citando uma resolução do Conselho de Segurança da ONU para proteger os civis e impor uma zona de exclusão aérea, forças da OTAN iniciaram uma campanha aérea concertada contra Kadafi. Essa ação rapidamente virou a maré da guerra em favor dos rebeldes. Porém, o presidente Barack Obama não obteve a autorização do Congresso antes de lançar ataques aéreos.

O presidente argumentou que a guerra não se aplicava porque os militares dos EUA foram intervir em apoio da OTAN ao invés de lutar sozinhos. O Congresso não aceitou esta explicação, mas não tinha nenhuma maneira de forçar Obama a se retirar da área com seus soldados.

Em última análise, a campanha aérea terminou em outubro de 2011, depois de Kadafi ter sido pego escondido em um cano de esgoto e morto em circunstâncias misteriosas. A intervenção na Líbia é extremamente controversa até hoje, em parte por causa do assassinato do embaixador americano em Benghazi em 2012.

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