Os 10 piores programas da Televisão Aberta Brasileira



No inicio, o programa prometia… mas ficou somente na promessa. Aliás, se promessa é dívida, os Legendários estão falidos. Na estréia, a proposta feita por Marcos Mion era alcançar um novo estilo de programa de humor na TV Brasileira através do “Humor do Bem”, o que certamente não aconteceu. Com um humor apelativo, muitas vezes preconceituoso e desprovido de originalidade, o programa deixou muita gente insatisfeita.


Luciana Gimenez: esse nome já era suficiente para qualquer um considerar o programa ruim. Mas se a péssima apresentadora não fosse o bastante, o SuperPOP é estruturado no mais baixo nível de atrações. Geralmente apresenta uma discussão que aborda temas polêmicos/sensacionalistas que todos estão cansados de saber que ninguém tem uma resposta definitiva, como por exemplo: “Qual é a religião certa para você?”. E quando não é essas discussões “sem pé, nem cabeça”, o Luciandromo mostra um desfile de Lingerie, com o pretexto de “analisar as tendências” da moda (todo mundo sabe que o objetivo deles é colocar gostosas com pouca roupa no palco).


Faz duzentos e trinta e dois anos que essa novela/série/coisa é transmitida pela Globo. Com certeza é o programa menos surpreendente da TV Brasileira, sendo que todo mundo já sabe o que irá acontecer no próximo capítulo, pois a única coisa que muda é os nomes das personagens, o roteiro é sempre o mesmo. As cenas são construídas em cima de diálogos fraquíssimos e bobinhos. O núcleo jovem é constituído por atores em inicio de carreira que tem pouco ou nenhum talento, onde os papéis principais são atribuídos para parentes de globais ou filhos de artistas. O núcleo de apoio, os velhotes que contracenam com a pirralhada, é formado por atores reciclados que estavam fora da mídia há muito tempo. No entanto, tudo que relatei anteriormente não se compara as “Mega Forçadas de Barra” que, hora ou outra aparecem nos episódios, cenas idiotas como essa:


Quem assiste a TV Aberta Brasileira no Domingo à tarde sofre. Você não tem opção! O Domingão do Faustão é um dos colaboradores da horrível programação dominical. Desde de 1989 no ar, o programa de auditório utiliza sempre a mesma formula para atrair o público, sofrendo raramente uma renovação, trazendo atrações piores que as apresentadas anteriormente.Entediante e sem graça ainda conta com o apresentador mais chato do Brasil (quase um Galvão Bueno) que apresenta o programa contando piadinhas que ao invés de alegrar, irritam!(além do que Fausto Silva não deixa ninguém falar e quando faz uma pergunta ao entrevistado, ele mesmo responde!)


Programas idênticos apresentados em emissoras diferentes. Seguem uma linha de entretenimento análoga, apresentando quadros semelhantes. A diferença entre eles reside em três pontos: na emissora (Record e SBT, respectivamente), nos apresentadores (Augusto Liberato e Celso Portiolli) e no horário. Entretanto, é importante ressaltar que apesar de não serem a mesma pessoa, ambos apresentadores causam um nível de aborrecimento parecido nos telespectadores. Os dois programas baseiam suas atrações em polêmicas, conteúdos sensacionalistas (que na maioria das vezes são mentiras inventadas para atrair a audiência), mulheres gostosas, músicas toscas e provas idiotas disputadas por artistas fracassados e subcelebridades. (ah, também tem o costume de copiar as matérias dos blogs e mostrar no programa sem referenciar)


Otávio Mesquita, o Steve Martin Brasileiro, procura produzir um programa sofisticado, com curiosidades, embalado pelo seu cd de música “Lounge”. Todavia, a única coisa que o senhor Mesquita consegue é deixar todo mundo chateado! Programa é chato, deixa quem assiste com sono (é bom para quem tem insônia). Otávio Mesquita assim como sua versão Estadunidense insiste em tentar ser engraçado …. e são tantas tentativas fracassadas exibidas durante as matérias que estimula o telespectador a procurar rapidamente o controle remoto para mudar de canal.


É difícil falar desse programa, nunca assisti por mais de 5 minutos! Basicamente, o programa trata de assuntos polêmicos e dá aos telespectadores opções que sempre tendem ao moralismo. Os apresentadores vestem a “cara-de-pau” e falam que você tem que ir para IURD e pagar o dízimo que sua vida irá mudar e tudo será um “mar de rosas” se você pagar o boleto do dízimo em dia.


Antes de tudo, temos que analisar que o talk show apresenta uma proposta mentirosa: que está no ar para ajudar as pessoas com os seus problemas. Christina Rocha repete isso a cada cinco minutos, mas ninguém exceto as pessoas que se inscrevem para ir lá acreditam nisso. Convidam pessoas com pouca educação, provavelmente que nunca ultrapassaram a quinta série do fundamental para lavarem a sua roupa suja no palco com intuito de criar polêmica, brigas e bate-boca (enfim, barracos) que torturam os nossos ouvidos de tantos erros gramaticais que são emitidos pelos participantes por segundo. Participam do programa também, uma platéia que acha que é a dona da moral. No fim, um psicólogo fala qualquer coisa bonitinha sobre a história do convidado, citam Sigmund Freud, indica uma reforma moral que certamente o participante não irá cumprir e fica por aí.


Sinceramente, acho um ato corajoso da Globo, colocar nos comerciais do Zorra Total as palavras: “Feras do Humor”. Primeiro porque de humor o programa não tem nada. Rir é a ultima coisa que você fará ao assistir Zorra Total(na verdade, assistir Zorra Total também é um ato de coragem). Segundo, o “feras” significa que eles são muito bons, o que não faz sentido algum pois se fossem bons seriam engraçados, coisas que não são. O programa apresenta quadros sem graça, sem criatividade, deploráveis, com situações e piadinhas que atraem a raiva de qualquer telespectador que tenha gosto pelo bom humor. Os quadros repetem semana após semana com a expectativa de emplacar os bordões das personagens. Mas amigo, preste atenção nessa frase, por favor, preste muita atenção nessa frase: “SE VOCÊ FALA OS BORDÕES DO ZORRA TOTAL, VOCÊ É UM BAITA SEM GRAÇA E AS PESSOAS QUE SORRIEM QUANDO VOCÊ SE ATREVE A CONSUMAR ESSE ATO, O FAZEM PORQUE NÃO QUEREM PERDER O AMIGO”. (Obs.: Aproveitando o gancho, a frase anterior também vale para aquelas pessoas que repetem bordões de comerciais de cerveja.)
O pior é ver aquele comercial do Zorra exibindo a marca de 10 anos no ar. COMO UM PROGRAMA TÃO RUIM, QUE FOGE TANTO DO SEU PROPÓSITO CONSEGUE PERMANECER ESSE TEMPO NO AR? COMO?


Turma do Didi…. o que dizer dele…. é triste demais. A Globo não entende a palavra “Renovação”. Não existe no vocabulário e nos planos dos Globais essa palavra ou coisa semelhante. O povo reclama desse programa desde o seu inicio, em 1998. “A Turma do Didi” (atualmente, as aventuras de Didi) não é divertida, não é engraçada e nem espirituosa. Tem a pior audiência entre os programas da emissora. A Globo tem que aprender que o Renato Aragão já foi engraçado, o Faustão já foi um bom apresentador, o Galvão já foi um bom narrador (epa, espera… não foi não!) . Está na hora de mudar, se adequar a essa geração. Um programa de humor exige dedicação, criatividade e acima de tudo, talento da parte de quem cria e de quem executa. Nomes não faltam para substituição, o problema é a vontade de efetuar essa mudança.
E você leitor, o que acha sobre? Quais programas você colocaria na lista?

República

141 Comentários

Adicione um comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Current ye@r *