Venha conhecer mais 5 criaturas lendárias impressionantes – parte 8

Criaturas lendárias

Chegando muito perto de fecharmos a nossa lista de criaturas lendárias, chegamos com a oitava parte do nosso artigo. Você está preparado para conhecer alguns dos monstros mais medonhos que a humanidade já conheceu? Estou falando de criaturas lendárias, como Licantropos, Lobisomens e muitos outros. É bom se preparar para conhecer essas histórias horripilantes!

1. Pássaros do Trovão

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Nos últimos anos têm surgido alguns novos testemunhos de pessoas que viram o mítico “Pássaro Trovão”, nos EUA, mais especificamente no Alaska. Na verdade, este “mito” é dos mais fascinantes da atualidade, ainda mais do que o Bigfoot ou do Yéti. Embora o primeiro relato, de 1890, descreva uma espécie de pterodáctilo, com asas sem penas e uma cabeça semelhante à de um crocodilo, fazendo acreditar numa sobrevivência deste dinossauro do Jurássico até pelo menos os finais do século XIX, a maioria dos testemunhos mais recentes descrevem uma criatura substancialmente diferente. Com efeito, os avistamentos realizados a partir de meados da década de sessenta apontam mais para um pássaro de grande envergadura de asas, quase do tamanho de um pequeno avião.

Os nativos americanos tinham na sua mitologia uma criatura a que chamavam “Pássaro-Trovão” (Thunderbird), uma designação que continuo até aos dias de hoje e que serve agora para denominar estes estranhos avistamentos. No passado, houve pássaros com dimensões semelhantes às descritas nestes relatos, como Argentavis magnificens com sete metros de envergadura de asas, que podia chegar aos 20 metros de envergadura. Portanto é teoricamente possível haver tais criaturas nos ares.

Seriam tempestades?

Alguns criptologistas como John Keel, associaram os avistamentos a tempestades. Parece claro, que aqui, como quanto aos relatos de avistamentos de criaturas humanoides estamos perante precisamente o mesmo dilema: existem testemunhos bastantes e suficientemente credíveis para se saber que estes relatos correspondem a algo, a algum tipo de criatura real e concreta.

Serão avistamentos de pássaros de grandes dimensões como águias, condores ou abutres, que sob certas ilusões de óptica parecem muito maiores do que efetivamente são? Parece certo que não existem comunidades suficientemente extensas destas criaturas, já que os seus avistamentos são tão raros e nunca foi encontrado um ninho, ovo ou carcaça… (e eles morrem, certo?). Mas sendo assim… Será que a associação com as tempestades – que aliás é consentânea com o mito indígena está na raíz desta explicação? O que aconteceria que associaria esses pássaros as tempestades? Por que seu surgimento está sempre ligado a grandes tempestades?

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2. Orang-Minyak

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Junto com Monthman, o Oily Man são provavelmente as criaturas mais bizarras dessa lista. Conhecido na Malásia como Orang-Minyak, o apelidado de “Homem Oléo” atacou mais de 300 famílias. Orang-Minyak ficou conhecido por esses nomes porque aparece sempre com o corpo untado com um tipo de óleo ou graxa negra.

As vítimas relatam os ataques, como Nurshahirah, 17 anos, que em 14 de setembro (2009, uma segunda-feira) despertou às 5:40 h da manhã depois de sentir um bafo quente na orelha esquerda. Ao abrir os olhos, deparou-se com a figura estendida em sua cama. Em seguida, a criatura passou a apalpar a moça que não conseguia reagir, paralisada como se um “encantamento” tivesse sido lançado sobre ela.

Em outro incidente, a dona de casa Fatimah, 42 anos, contou que ouviu suas duas filhas chorando. O horário: 5 da manhã. A criatura molestou as duas garotas e uma delas, de 15 anos, disse que foi violada pelo Orang-Minyak. A outra, 14 anos, nota que elas gritavam, mas ninguém parecia ouvir e também atribui a situação a algum tipo de “encantamento”.

O fantasma?

E foi por culpa desse “encantamento” e pelo fato de poder atravessar paredes que o povo começou a atribuir o título de “Fantasma” a Orang-Minyak.

Criptozoologistas, ufólogos e curiosos discutem o caso. Os criptozoologistas dizem que a origem da criatura é animal “perdido” anterior a existência humana e que começou a aparecer depois que as florestas da região começaram a ser derrubadas. Ufologos dizem que é uma espécie de alienígena (um tanto degenerado). Porém, há quem diga que se o Oily Man existe, ele pode ser um simples humano usando uma tecnologia avançadíssima. Pense: ele está sempre com o corpo coberto pelo Oléo e pode atravessar paredes e paralisar pessoas. O oléo poderia servir para atravessar os sólidos e ele poderia levar consigo alguma substância paralisante.  Vualá, temos uma criatura sinistra!

3. Mothman

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“Mothman” é o nome dado a uma estranha criatura relatada nas áreas de Charleston e Point Pleasant, West Virginia, entre novembro de 1966 e dezembro de 1967. Antes e depois destas datas há relatos apenas esporádicos de avistamento, com alguns tendo sido recentemente, em 2007.

A maior parte das testemunhas oculares descrevem o Mothman como uma criatura com asas, do tamanho de um homem, com grandes e brilhantes olhos vermelhos. Frequentemente aparece como não tendo cabeça, com seus olhos situados no peito. Um número de hipóteses já foi apresentado para explicar os relatos das testemunhas oculares, indo desde o erro na identificação e coincidência ao fenômeno paranormal e teorias de conspirações.

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O Mothman foi identificado pela primeira vez em 1926, por um menino. No mesmo período, três homens que estavam cavando uma cova, em um cemitério ali perto, viram uma figura humana marrom com asas, levantando voo detrás das árvores. Ambos os incidentes foram reportados separadamente um do outro. Já ocorreram um grande número de avistamentos do Mothman apesar de que não existe nenhuma fotografia da criatura.

De 1926 a 1960 foram registradas mais de mil aparições do Mothman nos boletins policiais, muitas delas provavelmente falsas devido a histeria da população toda vez que os jornais abordavam o assunto. O interessante é que, com o passar do tempo, um segundo personagem começou a aparecer nos relatos. Apelidado de Ingrid Cold, essa entidade acompanhava as aparições de Mothman, sempre observando, com uma aparência um tanto peculiar: tinha mais de 1,80m e estava vestido com um macacão verde brilhante que cintilava e parecia refletir as luzes da rua. Havia um largo cinto preto ao redor da sua cintura. Sua feição era sombria de pequenos olhos arredondados, bem pequenos e brilhantes, bem separados.

4. Vampiros

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Vampiros seriam, do ponto de vista da criptozoologia, uma espécie semelhante a nossa, talvez, derivada da nossa, devido alguma alteração genética brusca ou a contração de um vírus capaz de modificar a cadeia do DNA do portador. Essa mudança deixaria essa espécie muito mais forte que a nossa, tanto fisicamente quanto intelectualmente, todavia atribuiria um aspecto pálido e extrema sensibilidade a luz. Também eliminaria a oxidação celular e queda da regeneração celular que ocorre com os anos nos seres humanos.

Seriam idênticos aos seres humanos, excetuando por um canal de sucção, encontradas nas presas camufladas, que só apareceriam quando o vampiro decidi se alimentar. O alimento, obviamente, é o sangue humano. Alguns criptozoologista discutem que a ingestão de sangue não seja alimentação. Segundo eles, os vampiros não precisariam se alimentar, entretanto, seu organismo entraria em declínio na ausência de ingestão dos componentes presentes no sangue, assim como nós homens adquirimos doenças se não ingerimos alimentos com determinadas vitaminas que o nosso organismo não consegue produzir.

Os vampiros estão presentes na história de inúmeras civilizações. Porém, em cada uma, eles teriam aspectos diferentes. Na Chinesa, por exemplo, eles sugariam a energia vital do ser humano, o Chi, ao invés de sangue. Na mitologia, os vampiros têm diversas origens. A mais conhecida é que a origem do vampirismo é atribuida ao Conde Drakul, um nobre sádico que empalava suas vítimas e bebida o seu sangue. Todavia, há outras vertentes para a origem: uma diz que o primeiro vampiro seria Caim e que o vampirismo foi um castigo divino, outra diz que o primeiro vampiro foi o soldado que perfurou o Cristo com a lança e por aí vai…

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5. Licantropos

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Também conhecidos como Lobisomens, os licantropos do ponto de vista da criptozoologia são vistos como uma espécie de animais com incríveis capacidades de metamorfoses. Assim como os vampiros, acredita-se que seja uma espécie semelhante à nossa, talvez, derivada da nossa, devido alguma alteração genética brusca ou a contração de um vírus capaz de modificar a cadeia do DNA do portador. Entretanto, os Licantropos, ao contrário dos vampiros, evoluiriam apenas fisicamente. Essa alteração no organismo possibilitaria aos “Homens Lobos” a capacidade da metamorfose compulsória perante os dias de maior intervenção gravitacional da Lua na Terra. De alguma forma, as células reagiriam a essa interação mais forte que ocorre no ponto máximo do ciclo lunar, entre o planeta e o seu satélite, alterando a forma humana para algo parecido com um Lobo com corpo humano.

Outras características

Crescimento acelerado dos pelos e da estrutura muscular, alongamento da região nasal, deformação craniana, aparecimento de garras e dentes extras, seriam alguma das características. Os criptozoologistas, ao contrário do que é dito na lenda, não acreditam no retorno do Lobisomem a sua forma original. A metamorfose seria única e irreversível, tal como uma lagarta que vira borboleta, o Homem viraria “Homem Lobo” permanecendo nesse estado até o seu óbito. A imposição desse estado traria consigo a irracionalidade. Haveria a perda da consciência e do “eu”, deixaria de ser um ser pensante para ser uma criatura movida por instintos.

O indício de que seria um vírus o responsável pela mudança é por causa de como os contos populares falam do nascimento do Lobisomem: um homem se transformar em “homem lobo” quando é mordido por um Lobisomem. Desse modo, é presumido que, na existência dessas feras, a transmissão ocorra através de fluidos corporais, como a saliva e o sangue. Algumas pessoas poderiam ser portadoras do vírus, que foi transmitido de pai para filho por exemplo e nunca manifestarão a metamorfose.

Os caçadores de Lobisomens dizem que isso é porque ninguém sabe qual é o gatilho principal: a interação lunar seria um fator secundário. Uma teoria sobre esse ponto é que as mesmas seriam desencadeadas por uma substancia em excesso no organismo, que fortaleceria o vírus, levando a mudança quando houvesse a interação lunar.