Venha conhecer essas 5 criaturas lendárias misteriosas – parte 6

Criaturas Lendárias

Está preparado para conhecer mais 5 criaturas lendárias? Dessa vez, a lista contempla monstros realmente assustadores. Recomendamos fortemente que você se prepare para encarar essas leituras. Essas criaturas lendárias existem apenas no imaginário de algumas pessoas, mas será que elas não existem de verdade? Aí fica a dúvida!

1. Kongamato

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A primeira menção do nome Kongamato, foi no ano de 1923, quando viajante pelo nome de Frank H. Melland estava trabalhando para uma vez em Zâmbia, recolhendo relatos de nativos sober uma misteriosa ave, sem pelos, que atacava os nativos naquela região. Eles a chamavam de “Kongamato” (siginificando “dominador de barcos”).

Essa palavra é parte de um encantamento usado pelos Koandes para se proteger contra enchentes, que dizem ser provocadas por essa criatura. Eles usam o amuleto chamado “muchi wa Kongamato” para os os proteger quando atravessam certos rios habitados pela criatura. Dr. J.L.B. Smith, que ficou famoso por sua participação no descobrimento do celacanto, escreveu sobre lendas de dragões alados que habitam no Monte Kilimanjaro. Sua idéia é de que espécies extintas podem ser descobertas nos lagos, pântanos, rios e selvas da África do Sul. Marjorie Courtenay-Latimer, que descobriu o fóssil vivo celacanto compilou diversas estórias de répteis da Namímbia. De acordo com esses rumores, esses dragões voadores deixavam um cheiro de grama queimada quando eles pousavam.

Em 1920, o chefe da tribo Kanyinga morador da área de Jiwundu Swamp próximo da fronteira do Zaire identificou uma figura do pterodátilo como um Kongamato. Em 1958, o jornalista científico Maurice Burton escreveu para uma revista que vários relatos na África diziam de uma criatura parecida como um pterodátilo que vivia nos pântanos de Bangweulu. Ela vive nos pântanos de Jiundu até o oeste de Zâmbia, Congo e Angola e há muitos relatos de ataques contra os nativos.

A pior das criaturas lendárias?

Criaturas similares são encontradas no Camarão, onde são chamadas de Olitiau, e em Gana são denominadas de Sasabonsam. Alguns dizem que ele tem a habilidade de brilhar à noite. Suas cores variam, mas é dito que é principalmente de cor vermelha ou negra, tanto que muitos cientistas dizem que se trata na verdade é de um morcego ou uma cegonha, mas que os criptologistas teimam em dizer que é um pterodátilo.

Também é descrito como um dragão voador de mais ou menos 1,22 m, em cores que variam de verde a azulado, mas em linhas gerais é sempre descrito como de corpo alongado, com pés pequenos, e grandes asas semelhantes a de um morcego. Algumas tribos os adoram como deuses. Imaginação ou não, houve até um estudante do Kenya que ligou para dizer que esses reptéis voadores não estavam extintos, descrevendo-os perfeitamente e dizendo que eles eram considerados pragas, semelhantes aos urubus e que se não se enterrasse profundamente os cadáveres ele os desenterravam para comer os restos de nativos e animais mortos. Eles não acreditavam que seja uma coisa sobrenatural como um demônio (molumbe), as algo muito real como um leão ou um búfalo.

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Falsificados?

Lendas de pterodátilos que tenham sobrevivido não é incomum, tanto é assim que dizem que um garoto de nome Oliver Thomas foi raptado por um deles… isso aconteceu em 1909, ele foi até um poço pegar água quando da casa, todos ouviram seus gritos desesperados. Quando correram eles não viram nada lá fora, mas conseguiram ouvir seus gritos cada vez mais distantes… Depois se verificou que as pegadas iam até um determinado ponto e de lá sumiam! E mais adiante encontraram o balde, como se ele tivesse soltado de uma determinada altura… para esse sumiço, há até quem culpe o Wendigo, lendário monstro faminto das lendas dos índios algonquinos.

Há inclusive em um dos sites, um pterodátilo abatido durante a guerra civil. Muito interessante e logo se vê que é uma montagem da época. Para finalizar há muitos relatos de criaturas aladas estranhas que sobrevoam também a América do Norte, descritas como grandes pássaros, abutres, demônios, como o Homem Mariposa, que foi visto várias vezes e em 1966, provocou uma histeria coletiva no oeste da Virgínia e o caso foi mote do filme Mothman Propehecies, com Richard Gere… Mas isto é outra estória….

2. Megalania

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Varanus priscus também chamado de Megalania é um lagarto monitor gigante aparentemente extinto. Fazia parte da megafauna que habitava o sul da Austrália, e parece ter desaparecido há cerca de 40 000 anos juntamente com várias outras espécies australiana. É, possivelmente o maior animal peçonhento que já existiu.

Relatos de avistamentos dessa criatura ainda ocorrem na Austrália, contudo, nenhuma fotografia ou filme ou qualquer prova concreta foi apresentada para comprovação da existência dessa espécie, por isso, é considerada como extinta.

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3. Luscas

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Lusca é nome dado a um monstro marinho que viveria no Caribe. Foi sugerido por criptozoólogos como sendo um polvo gigante, muito maior do que os polvos gigantes do gênero Enteroctopus. Lusca é descrito como um emaranhando de tentáculos que consome tudo que toca os seus tentáculos mortais. Seus contos se assemelham aos do Kraken.

As lendas caribenhas dizem que Lusca reina tranquilo entre os demais animais marinhos. Os mais crentes temem o encontro de suas embarcações com essa armadilha mortal. Há quem diga que o monstro encontrou seu fim no ano de 1945, quando foi encontrada um pedaço de carcaça de um animal marinho gigantesco, semelhante a um polvo.

Na época não existia preocupação em preservar a carcaça para posterioridade, sendo dividida e guardada como souvenir entre os nativos.

4. Mapinguari

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O Mapinguari (ou Mapinguary) seria uma criatura coberta de um longo pelo vermelho vivendo na Floresta Amazônica. Segundo povos nativos, quando ele percebe a presença humana, fica de pé e alcança facilmente dois metros de altura. Seus pés seriam virados ao contrário, suas mãos possuiriam longas garras e a criatura evitaria água, tendo uma pele semelhante a de um jacaré. O Mapinguari também possuiria um cheiro horrível, semelhante ao de um gambá. Esse mau cheiro faz com que sua presa fique tonta, o que permite ao bicho apanhá-la com facilidade. A boca do Mapinguari se abre na vertical, e vai do peito até a barriga.

Os cientistas ainda desconhecem essa criatura. Uma hipótese que explicaria a existência do Mapinguari, sugerida pelo paleontólogo argentino Florentino Ameghino no fim do século XIX, seria o fato da sobrevivência de algumas preguiças gigantes (Pleistoceno, 12 mil anos atrás) no interior da Floresta Amazônica.

A simples menção ao nome do mapinguary é suficiente para dar calafrios na espinha da maioria daqueles que habitam a floresta. O folclore na região é cheio de histórias sobre encontros com a criatura e, quase em todas as tribos indígenas da Amazônia há uma palavra para designá-lo. O nome geralmente pode ser traduzido como “a besta malcheirosa” ou “o animal barulhento”.

A maioria dos que dizem ter visto o mapinguary o descrevem como uma criatura alta, que atingiria 2 m de altura quando estaria sobre as duas pernas. Ele também emitiria um cheiro muito forte e extremamente desagradável.

Dois olhos?

Em alguns lugares, a criatura é descrita como tendo dois olhos, mas há quem diga que ele possui apenas um, como os ciclopes da mitologia grega. Alguns afirmam que o animal possui uma grande boca malcheirosa.

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Os cientistas que foram à Amazônia em busca do mapinguary não tiveram sucesso, mas, pelo menos um deles, afirma que pode explicar a origem da criatura. David Oren, ex-diretor de pesquisa no Instituto Goeldi, em Belém, afirma que a lenda do mapinguary é baseada no contato que os humanos tiveram com os últimos representantes da espécie das preguiças que não viviam em árvores e habitavam o solo.

“Nós sabemos que essas espécies extintas podem sobreviver como lendas por centenas de anos. Mas, quanto a saber se o animal ainda existe ou não, é uma outra questão, que nós não podemos responder ainda”.

Segundo Domingos Parintintin, líder de uma tribo que vive na Amazônia, a única maneira de matar o mapinguary é dando uma pancada na cabeça do animal. Porém, ele afirma que o melhor a fazer é subir em uma árvore e se esconder, em vez de tentar matá-lo, já que a criatura tem o poder de fazer a vítima ficar tonta e “ver o dia virar noite”.

5. Mokele-mbembe

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A estranha saga do mokele-mbembe (que significa “aquele que interrompe o fluxo dos rios” em lingala) começa em 1776, com uma descrição detalhada da viagem de padres franceses ao centro-oeste da África. Falam de um animal “que não foi avistado, mas que deve ser monstruoso, pois deixa marcas das patas no solo com 90 cm de circunferência “. Em 1913, o governo alemão enviou o capitão Freiherr Von Stein para estudar Camarões.

Em seu relatório, jamais publicado, existem relatos de experientes guias de caça do Congo (fronteira), sobre um animal do tamanho de um elefante, cor cinza-amarronzado, pele lisa, pescoço e cauda articulável compridos e musculosos e cabeça de serpente, alguns dizem que tem um chifre (ou um só dente). Vive nas grutas de barro da margem do rio e alimenta-se exclusivamente de vegetais. Aos poucos os naturalistas passam a definir o “monstro enorme, meio elefante, meio dragão” como um dinossauro, aparentemente próximo dos Saurópodes.

Como a bacia do Congo permaneceu estável no plano geológico e climatológico, e os crocodilos, parentes próximos dos dinossauros, sobreviveram com poucas alterações, a continuação de uma pequena população de dinossauros num meio isolado, estável e adequado não é impossível, apesar de quaisquer provas da real existência da criatura ainda serem desconhecidas.