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    Certas pessoas não se contentam com o comum. Elas exageram um pouco e acabam utilizando o corpo como forma de arte, modificando-os. Esse post mostra as 8 transformações corporais mais bizarras do planeta. Ficou curioso? Veja… se for de maior:

    8. Tatuagem no Globo Ocular

    A tatuagem na córnea não é apenas possível, como já existe a muito mais tempo, mas está se tornando mais conhecido por agora, se tornou quase banal no século 19 e 20 para corrigir defeitos, tais como cicatrizes corneanas e leucomas. Nos dias de hoje é feita com menos frequências porque as lentes de contato são muito mais eficazes na cobertura destes defeitos, e a tecnologia também é bem mais acessível. No entanto, nem todos podem usar lentes de contato, e nem todos querem usar.

    7. Escarificação

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    Escarificação criativa e artística (hãm?) é a aplicação de cicatrizes de uma forma “controlada” para alcançar um resultado agradável esteticamente ou espiritualmente. No processo de escarificação do corpo, cicatrizes são formadas pelo corte da pele. Apesar de parecer muito mais dolorido que uma tatuagem normal, muitos dizem que a dor se assemelha, mais na maioria dos casos ela é mais “intensa”.

    6. Implante de Arte 3D

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    O implante de arte 3D é qualquer objeto plenamente implantado sob a pele com a finalidade de influenciar uma mudança escultural da superfície. A “invenção” e popularização dos implantes como 3D-Art (em inglês) é creditada principalmente ao Steve Haworth. Implantes podem ser esticadas como piercings. Existem alguns riscos de irritação na pele acima do implante se o objeto implantado for empurrado demasiadamente rápido, como com todos os alongamentos.

    5. Espartilho de Piercings

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    Uma das mais recentes tendências em matéria de modificação corporal vem em forma de espartilho de piercings. Eles são uma série de piercings dispostos em duas colunas verticais. São piercings simétricos com um igual número de furos de cada lado. Alguns podem ser utilizados com quatro furos (dois de cada lado), ou com muitos, dependendo do quanto a pele poderá suportar.

    4. Branding Humano

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    O Branding Humano é, talvez, a mais dolorosa de todas as modificações corpo. O ferro é aquecido quente o suficiente e aplicado por muito tempo que a ferida resultante é uma queimadura de terceiro grau, o que destrói o nervo. É uma técnica que se assemelha aquela utilizada para marcar o gado. As áreas das queimaduras de terceiro grau nunca reconsquistam a sensibilidade. Devido à destruição de toda a camada derme da pele. Com isso a pele acabará por preencher as áreas que não tenham sido severamente danificadas, o que leva anos. (Uma ótima receita para quem apanha muito!)

    3. Suspensão Corporal

    A Suspensão Corporal é o ato de suspender temporáriamente o corpo humano através de piercings feitos pouco antes da suspensão do processo. O corpo é, então, levantado parcialmente ou totalmente a partir do solo por anzóis de pesca especialmente modificados (“Especialmente modificado” – Ufa! isso me deixou bem mais tranquilo!).

    2. Bifurcação de Língua

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    Uma das mais recentes alterações ao corpo atingida é a separação das línguas, ou bifurcação da língua. O processo envolve literalmente cortar a língua em metade diretamente para baixo do centro. Uma vez que a língua é dividida é possível mover as duas secções independentes uma da outra.

    1. Pointy Ears (Orelhas de Duende)

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    O Dr. Lajos Nagy criou um procedimento cirúrgico para fazer orelhas humanas pontiagudas, como uma criatura mitológica. Segundo o doutor, “tornar as orelhas pontiagudas como resultado de uma cirurgia plástica, não é só aumentar a atractividade da face, mas também melhorar a experiência de ouvir música.”

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  • Comentários

    19 comentários no post “Re-post: As 8 mais bizarras modificações corporais [+18]”

    1. Não sei o que me dá mais aflição… mas tem certeza que a 8 é na córnea?? Porque nos fotos não está sendo aplicada nela não o.O

    2. Tatuagem no globo ocular? Escarificação? Branding humano? Sei que cada um tem seu gosto e não se discute, mas pelo amor de Deus, isso ai pra mim é doentio. (Eu que tenho estrabismo divergente, senti muita aflição na 1 imagem.) A mais “suave” ai são as orelhas de duende mesmo, porque o resto…

    3. Certo, vamos começar um debate aqui sobre isso ser doentio. Afinal de que contas, até que ponto as pessoas acima podem ser apontadas como mentalmente sãs para permitirem esse tipo de procedimento?

      Alguns desses procedimentos já eram praticados por antigos povos, enquanto alguns outros possuem semelhanças com hábitos culturais. Esses povos, até onde pode-se deduzir, e nesse ponto reconheço que posso estar errado, praticavam esses atos por vontade própria, tendo como base questões culturais. Ou seja, não poderiam, circunstancialmente, afirmar que eram mentalmente “incapazes”.

      A medida que o homem foi ficando “civilizado”, alguns hábitos foram deixados pra trás, por serem associados a esses povos tidos como bárbaros, e, não raro, ignorantes.

      Contudo, hoje em dia, tendo-se o conhecimento antropológico do que foi apontado acima, o que impede um ser humano moderno de fazer proveito dessas técnicas, sendo ele mentalmente são? Acredito que apenas a vaidade, e que fique claro que não uso essa palavra em qualquer sentido negativo. Vaidade que é um traço esperado no ser humano, por indicar, não posso ignorar, auto-estima positiva. Dessa forma, apenas aquilo que não é doentio, é que é socialmente aceito? Que difere do que ficou conhecido como “bárbaro”? Por seres humanos que, hoje em dia, são tidos como os realmente bárbaros, por terem completamente ignorado, não raro, destruído, costumes de outros povos por simplesmente não compreendê-los?

      Antes, explico essa minha postura. Se alguém não gostar de nada acima, esse alguém tem todo o direito de não gostar. Mas apontar como errado, apenas por ter achado repugnante sob um ponto de vista pessoal?

      Fica em aberto a questão.

      1. Acho que eu me explique mal no meu comentario. Quando dissse “isso ai pra mim é doentio” não é no sentido de haver preconceito da minha parte. Tanto é que tenho amigos rockeiros mesmos e que utilizam de alargadores e piercens pelo corpo, mas nem por isso deixo de andar com eles. O fato, como eu citei, de eu possuir estrabismo me aflingiu naquela imagem. Pessoalmente, eu perdi a visão e a tempo luto pra recuperar um pouco. Dai aparece um cara que faz uma tatto no olho, correndo serio risco de perder a visão? Seria como um paraplégico ver alguem deitando as pernas na linha do trem por brincadeira. Só quem tem uma limitação sabe o que digo como é ruim essa sensação de aflição. Foi essa a minha critica, mas cada um faz o que quiser com seu próprio corpo…

      2. Eu só fico preocupado no ponto de: “Sério que o cara não achou nada mais interessante para fazer?” ..Que nem, sei la …tocar violino?

    4. Adorei a orelha de elfo! :)
      Acho que o que cada um faz com seu corpo é problema seu, o mundo seria tão melhor se cada um cuidasse da sua vida sem se meter na dos outros.

    5. e eu que achava o alargador na orelha do meu vizinho meio bizarra ( e ainda continuo achando). cara, esses seres mitológicos acima e companhia, são pessoas que geralmente tem coisas contra a sociedade, e as leis imposta por ela e todo essa blá, blá, blá hippie. essa rebeldia contra o sistema, acaba fazendo o individuo buscar o diferente, o fora do comum, ele procura destruir paradigmas morais e desfazer tabus, assim uma forma dessas pessoas expressarem sua indignação, foi utilizar o próprio corpo como meio de protestos, uma forma de mostrar que ninguém manda neles. Ou não . são vários fatores que levam ao ser humano a agir assim, nada e incerto, não podemos julgar sem sabermos os motivos aparentes de cada um. por exemplo, existem pessoas se tatuam porque acham legal, outras colocam pirceng por que querem ser diferentes, e outras que usam calças coladas para parecerem bonitinhos ( restart mandou um oi! ) ou as vezes e apenas modinha mesmo ( outro oi do Restart ). nao podemos dizer se e doentio ou não, pois a definição de “doentio” tende a associar á uma coisa ruim. Mais ruim para quem afinal de contas? para nós que se dizem normais ou para eles? será que essa visão de que o diferente tem se ser repudiado por não se adequar aos padrões da sociedade que vivemos, ainda pode reinar em uma época tão evoluída que e o seculo 21? ou ainda vivemos em um mundo cujo o progresso e ofuscado pelo moralismo? são perguntas.Perguntas com varias interpretações mais apenas uma resposta.

    6. só tenho uma resposta pra isso. São um bando de retardados mentais!!! Qual vai ser a próxima idiotice?

    7. Logo quero fazer minha “Pointy Ears”, ja estou até procurando me informar de um local em SP que faça.

    8. Se cada um cuidasse da sua vida, se realmente pouco importasse as opiniões alheias, se a liberdade realmente fosse plena, o mundo seria um caos.
      Descartes disse propositalmente no início de sua principal obra, “O discurso do método”, “o bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída.”. Sabem o que ele quis dizer com essa frase? Quis justamente evitar que o método científico fosse tão mal empregado. Descartes antes de filósofo foi um grande matemático e sabia dos riscos da aplicação da metodologia no estudo sociológico, visto que ela logo seria desvirtuada para servir de base à qualquer ato.

      O que quero dizer com isso? O que isso tem haver com o tópico? Bom percebi que muitos comentários defendem que tais modificações corporais por mais extremas que pareçam são um direito irrevogável da pessoa, uma liberdade que não pode ser julgada, opinada, quem dirá criticada.

      Não quero entrar no mérito da questão do que leva a pessoa a fazer isso, se é um direito ou não, se é bonito ou feio, se é um extremo ou apenas um meio de se afirmar.
      Antes também quero dizer que não estou criticando uma possível “banalização da liberdade” ou ainda uma possível “manipulação com base na liberdade”, pois estas são discussões muito mais abrangentes.

      Quero dizer que simplesmente acabar com uma discussão com a afirmação de que “esta foi a escolha da pessoa, não podemos julgar” ou “cada um faz da vida o que quiser e não podemos nos meter” é como colocar um muro de liberdade entre a razão e a discussão. A liberdade não é nenhum dogma religioso que não se possa ser discutido. A mesma razão que nos proporcionou a liberdade de hoje só foi ontem possível pela retórica. E só dela e para ela o mundo progride.

      Um mundo de liberdade extrema, por alguns aqui defendida, chega a ser infantil. Parece aquela velha discussão, “matei ele porque criticou meu Deus, e meu Deus é onipotente.”. Por isso devemos voltar ao princípio da liberdade, que é diferente de anarquia. Basicamente o que pode ser concluído do comentário de alguns é que a educação é uma escolha, o trabalho é uma escolha, o avanço é uma escolha. Não tenho dúvidas que o homem tem essas escolhas, mas o homem como ser individual, fora de qualquer forma de sociedade. Não é obrigação e nem alternativa da sociedade, como sistema, dar a seus habitantes tal escolha.

      Imaginem um mundo em que frequentar as escolas fosse uma escolha pessoal. E dirão, crianças não são capazes de discernir, mas quem é? O que caracteriza alguém como “capaz”? Então imaginem um mundo em que trabalhar fosse uma escolha pessoal. Imaginem um mundo em que pais decidam que não é importante dar educação aos seus filhos por considerarem-na antiquada. Imaginem um homem que coloque fogo em sua propriedade por considerar isso uma liberdade. Logo crimes também tornariam-se direitos desde que não ultrapassassem a barreira do pessoal.

      Não, não é assim que funciona e não vai ser assim que vai funcionar. Em uma corrida não se pode dar uma volta sem sair do lugar por pensar que “já estou aqui na linha de chegada mesmo”.

      Essas modificações corporais podem ser sim discutidas com base nos mais diversos campos, inclusive no campo da liberdade, do direito e do caráter.
      A discussão destas modificações, por mais críticas que sejam, não vão mudar os fatos.
      Não são as estatísticas que mudam as conclusões, mas sim as pessoas.

      Acho que o mérito da questão não é se essas pessoas tem o direito, mas sim o porquê, qual a razão? E Razão vem de racionalidade, algo que falta e muito hoje em dia.

      Finalizando, sabem qual o porquê de Descartes ter escolhido o “bom senso” para iniciar sua obra?
      Porque não existe metodologia cientifica nesse mundo que possa determinar qual “bom senso” é o ideal, correto ou racional.

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