8 Teorias Insanas sobre Filmes e Desenhos Animados

Estas teorias estão gerando polêmica : Zion é parte da Matrix? R2-D2 e Chewbacca seriam agentes secretos rebeldes? E Mario Bros seria uma peça de teatro

matrix

Cinéfilos adoram ler e falar sobre tudo que envolve cinema ( por favor, pense num “OHhhhh!” estridente diante dessa imensa obviedade), porém, é fato que boa parte das discussões, principalmente aquelas que sugerem interpretações alternativas para os filmes e desenhos terminam num emaranhado de besteiras non sense ( como “Se Bruce Willis é um fantasma em “O Sexto Sentido”, isso quer dizer que Haley Joel Osment também o era?” ). E essas asneiras, por fim, deixam muita gente com pouca paciência irritadas feitas um Gorila com dor de dente na frente do PC assistindo um episódio com a dublagem mal feita de Walking Dead. Raramente, nesse mar de bobagens, podemos encontrar algo realmente “precioso”. Algo que você lê e pensa “Faz sentido!”.

Esse post mostra 8 dessas teorias insanas sobre filmes e desenhos animados excêntricas, mas estranhamente plausíveis, que apesar de criadas por fãs e não confirmadas, fazem todo sentido e deixam esses filmes e desenhos muito mais interessantes. Claro, você pode discordar delas, se não estiver convencido… porém, todos temos que reconhecer: quanta criatividade, meu camarada! Para quem gosta de cinema e desenhos animados, não pode perder esse surpreendente post.

Confira:

8. James Bond” não é um homem, mas um “code name”

Quando a franquia 007 foi lançada em 1962, Sean Connery tinha 32 anos (um tanto jovem para já ter a sua própria licença para matar). Desde então cinquenta e um ano se passaram e o nosso espião engomadinho envelheceu como Dorian Gray com o seu retrato trancado dentro de um cofre de Adamatium. Nada de rugas, histórias da suas aventuras na velhice, dores lombares ou osteoporose.  O jovem Bond sempre continua jovem, tal como Meg e a família Simpson, que mesmo depois de uma “kralhada” de temporadas não envelhece um só dia. Como é que o mesmo agente especial que lutou na Guerra Fria contra russos e agora luta contra o terrorismo pós 11/9 e não apresenta qualquer sinal de velhice, continuando mais jovial que Keanu Reeves? Eis que um fã encontrou a explicação!

A Teoria

Existe uma teoria entre fãs vorazes que não existe um único James Bond, mas que “James Bond” é um “code name” transmitido de um agente para a seguinte, tal como uma categoria de agentes. A teoria explica a ausência de envelhecimento de Bond – note que Bond de Daniel Craig tornou-se 11 anos mais novo enquanto M de Judi Dench envelheceu quatro anos.

“Só queria saber que creme para pele ele usa!”

Isso também explica como a personalidade de James Bond muda drasticamente de ator para ator. Por exemplo, em um filme  você tem o Bond Timothy Dalton queimando um homem vivo (em torno da marca 9:00) e em outro você assiste o Bond de Roger Moore dócil em um traje do palhaço.

Quanto mais você observa os filmes de acordo com essa teoria, mais ela faz sentido. O Bond George Lazenby teve sua esposa assassinada no último filme em que ele apareceu, de modo que os fãs poderiam supor que o 007 se aposentou de tristeza. O Bond Timothy Dalton foi desonesto e foi expulso do MI6. Já Pierce Brosnan terminou sua carreira de Bond após ser abandonado pela inteligência britânica como sugere a ultima sequencia que esteve presente.

Não está convencido ainda que essa teoria faz sentido? Saiba que até mesmo o diretor de Die Another Day acredita nela . Ei espere … esse foi o filme que o James Bond andava com aquele carro invisível, certo? Foda-se esse cara!

Esse carro invisível deixou a sequencia com tantos erros de filmagem que teve nerd granudo tendo orgasmo em fóruns de críticas

Por que faz o filme melhor?

A maioria do público do gênero ação gosta do realismo e sem essa ligação entre os títulos que formam a franquia ele estaria afetado. Ah não ser que James Bond fosse interpretado por Keanu Reeves – que é imortal – ou por Nicolas Cage – que é um vampiro – , do contrário, só faria sentido se eles mostrassem em um filme que a Inteligência Britânica havia inventado uma espécie de antidoto para velhice…. o que não fizeram, logo ou James Bond é um codename ou ele simplesmente não envelhece e ninguém faz a mínima do porquê.

7. Zion é parte da Matrix

Você se lembra de The Matrix: Revolutions ? Não? Era, tipo, o último filme da trilogia? Ainda não? Você ainda está aguardando o último filme, aquele que irá explicar todas as questões deixadas por Matrix e Matrix Reloaded? Caro leitor, nesse caso, provavelmente você é portador de DFPSE: Distúrbio de Fãs de Películas Sem Explicação. Não se preocupe, você não está sozinho em seu sofrimento – isso afeta fãs de Lost também.

Será que você reafirmaria sua fé nos irmãos Wachowski, querido fã inconsolável de Matrix, se lhe dissermos o mindfuck do primeiro filme era apenas um mindfuck dentro de uma enorme boneca Matryoshka de mindfucks? Do a Barrel Roll de MindFucks….FUCK!

Mais ou menos, assim!

A Teoria 

Em Revolutions , os poderes de Neo do Matrix aparentemente foram transferidos para o mundo material. Por exemplo, ele pode “ver” (mesmo quando perde seus globos oculares) e também manifesta o poder de explodir máquinas com a mente. Esta tem sido uma implicância dos fãs que notaram que no contexto do universo Matrix, essa situação não tem qualquer cabimento.

Mas eis que surge a Teoria que nos mostra o caminho e faz você pensar como um velho garimpeiro dos antigo filmes de Velho Oeste: ” Wachowski, seus malditos bastardos, então era isso?!”

Os fãs descobriram que “Zion” e todo aquele pessoal que acompanhava o Morpheus, os ditos seres humanos “livres”, na realidade, viviam em uma outra camada da Matrix, programada para atender as necessidades daquelas pessoas que rejeitaram a primeira camada e conseguiram escapar de seus padrões. Assim, faz todo o sentido que Neo teria poderes mágicos no lugar em que ele pensava ser o mundo “físico”. Entretanto, levanta novamente a grande questão: “O que é a Matrix?” Pois se Zion e o seu mundinho era apenas uma outra camada da Matrix, todo aquele papo de robôs dominarem a Terra e usarem humanos como “baterias” era mera balela criada pelo programa para acolher os desertores da primeira camada. Um loop infinito de questões sem explicação de bastardos Wachowski! Nós nunca saberemos a verdade!

Por que faz o filme melhor?

A teoria mantém o filme na classificação “ficção científica sci-fi” e não o deixa passar para o lado da pesada fantasia messiânica ao qual havíamos imaginado inicialmente. Os novos poderes do Neo nunca foram explicados em Revolutions  e, portanto, pareceu ser uma manobra barata simplesmente empregada para acabar com o maldito filme. Segundo a explicação, como dito pelo próprio Arquiteto – que era nada mais que o programa criador da Matrix – no filme, Neo é uma anomalia sistemática, inerente a fonte porque para a Matrix funcionar é necessário que exista as imperfeições humanas e todo erro contido na Humanidade ( o principal deles seria o livre arbítrio,  pois como o Arquiteto deixa implícito, daria mais de solução para mesma equação) , porém isso causa flutuações que por fim geram o erro, causando o colapso da Matrix e o retorno do ciclo ao ponto zero.  Assim, o que realmente sabemos sobre o filme é: A Matrix não é a realidade e ela foi criada para enganar os humanos com propósitos sombrios, os quais não sabemos e que certamente não tem nada a ver com a Matrix Secundária, Zion e todo aquela guerra Humanos X Robôs, criada para acolher o humanos que rejeitavam a Matrix Primária. Era tudo um embuste, que era para dar certo se Neo, a anomalia que o Arquiteto não consegue retirar do equilibrio de suas equações, não aparecesse, forçando-o a criar uma nova versão da Matrix – lembrando que nós assistimos no filme, a sexta versão da Matrix (tipo o Ah Duvido, que está na quinta versão depois dos seus tristes e constantes RESET’s).

“Por essa você não esperava, frutinha!”

6. Os personagens de SpongeBob SquarePants são o resultado de testes nucleares

Bob Esponja Calça Quadrada é um daqueles clássicos com idéias atemporais: Fala sobre uma Esponja do Mar que vive dentro de um abacaxi no fundo do mar, cujo mascote é um caracol ( que mia feito um gato) e que trabalha em um restaurante de propriedade de um caranguejo. OK, com certeza, isso soa meio bizarro quando você coloca dessa maneira, mas essas são as premissas inevitáveis  dos desenhos animados, não?

Em grande parte, os desenhos animados são metáforas, como era para ser nesse caso, aonde animais marinhos aderem a comportamentos humanos e vivem situações semelhantes – em certo grau – à aquilo que nós vivemos. No entanto, estamos falando de BOB ESPONJA ( Não, não é a toa que ele é o Rei da Creepypasta) e nem tudo que parece ser, na realidade o é. Hora ou outra os criadores soltam revelações surpreendentes que fazem até o maior fã começar a pensar até que ponto essas teorias jogadas na Internet são apenas balela.

Essa teoria é uma entre poucas que vieram para colocar um ponto de interrogação depois da frase “Será mesmo” na mente dos fãs do desenho.

A Teoria

De acordo com uma teoria estranhamente convincente postada no Reddit, o programa  fala sobre um teste nuclear . Bob Esponja e seus amigos podem agir da maneira que agem por causa de sua exposição à radiação às bombas atômicas lançadas na área em torno de Fenda do Bikini, onde o desenho acontece. Eles são mutantes, que ficaram do modo que ficaram após as explosões.

Por que é plausível?

Primeiro de tudo, o fato de que uma Esponja falante vive em um lugar chamado Fenda do Bikini não é uma referência indireta à contracepção humana – o palco do programa está definido em um lugar real chamado Atol de Bikini, o que é confirmado pela sinopse oficial da  Nickelodeon . É nesse ponto que tudo começa a fazer sentido: em 1946, o governo dos EUA  detonou um par de bombas atômicas lá , uma das quais foram detonadas debaixo d’água. A explosão resultante ficou assim:

Os fãs de carteirinha de Bob Esponja já estão familiarizados com esta nuvem de cogumelo em especial, considerando que explosões semelhantes são usadas na desenho sempre que um personagem derruba qualquer coisa no chão ( e como sabemos que os criadores do Calça Quadrada adoram deixar coisas implícitas, é algo a se considerar):

De repente, toda a estranheza neste desenho animado começa a fazer sentido: Os personagens eram criaturas marinhas normais até que a radiação da explosão transformou-os em aberrações sencientes. Mesmo a paisagem mudou, permitindo abacaxis gigantes para crescer fora da terra. Não só essa teoria faz sentido, mas também oferece respostas às muitas perguntas não respondidas anteriormente que confundiu os fãs por anos, como “Como diabos o Sr. Siriguejo é pai de uma maldita Baleia?”

Espere, não, ainda não tenho idéia.

5. Dr. Claw é o Inspector Gadget real

 Inspector Gadget – Inspetor Bugiganga – foi basicamente uma versão “esperta” do RoboCop com alguns abridores de lata a mais : Um inspetor trapalhão com melhorias robóticas de combate ao crime que recebe a ajuda de sua jovem sobrinha e seu cão, ambos os quais são muito mais espertos do que ele. Antagonista principal do Gadget é o malvado Dr. Claw – Dr. Garra, em português – , cujo rosto nunca é revelado na série …

“Meu doutorado é em proctologia, mas tive que parar porque minha mão matou sete pessoas.”

 A Teoria

… e, de acordo com uma teoria publicada em vários sites, é porque o Dr. Garra é o Inspector Gadget verdadeiro . O personagem principal é na verdade um robô duplicata do que homem Garra era uma vez, que foi levado à loucura por causa de um acidente e agora quer destruir a máquina que o substituiu.

Por que faz sentido?

Há um monte de coisas que o desenho nunca se preocupou em explicar, e essa teoria aborda-os melhor do que qualquer creepypasta forjada nas profundezas da DeepWeb já o fez. Para começar, por que Gadget tem peças do robô? Parece improvável que ele teria sido escolhido por algum tipo de programa de reforço policial, considerando que ele é um idiota total em tudo. Não, tinha de haver algum tipo de acidente trágico em seu passado, mas ele parece não lembrar dele.

Depois, há o Dr. Garra: Não só nós nunca visualizamos o rosto no programa ( e temos uma base falha apenas pelo  boneco de ação, que surgiu alguns anos depois do show ter saído do ar), senão uma mão de metal, quase como uma perna artificial. Além disso, sua voz soa como alguém que praticou felação em um depósito de lixo tamanho o esforço e rouquidão para falar – é bastante óbvio que Garra estava envolvido em algum tipo de acidente. Coincidência? Pensamos que não.

Essa mão cairia bem no Regicida da Casa dos Lannister

De acordo com a teoria, “garra” era uma vez um detetive humano normal, que se envolveu em uma terrível explosão que fizeram sua família e amigos pensarem que ele morreu. É aí que sua sobrinha convenientemente inteligente entra: Penny, em sua dor, recria seu tio como um robô de combate ao crime … ignorando que o verdadeiro homem não estava morto, apenas desfigurado e insano. Isso também explica porque nada acontece para Penny, embora companheiros de garra parecem pegá-la cada episódio: Ela sempre encontra uma maneira de estragar os planos da garra, porque ela é a única coisa que ele ainda cuida.

E hey, lembre-se a parte no final do tema de abertura , onde Gadget contorna a cadeira de Garra e se depara com uma bomba nela?! A bomba que então explode na cara do Gadget ! Talvez esse ato fosse algo simbólico. Talvez não há Garra, só Gadget.

Ou talvez, apenas talvez, Dr. Garra seja uma bomba falante tal como aquelas do Super Mario, só que com Garra!

4. “Curtindo a vida adoidado” estava apenas na mente de Cameron

Este amada comédia para adolescentes de 1986, dirigida John Hughes, conta a história de três amigos que resolveram cabular a aula para se meter nas mais incríveis confusões ( frase com um toque de narrador de comerciais da Sessão da Tarde). São eles: Ferris Bueller, afável e incrivelmente popular, Cameron, um jovem hipocondríaco  cronicamente deprimido e namorada de Ferris, Sloane. Juntos, eles embarcam em um dia emocionante, cheio de aventuras e situações atraentes à maior parte dos adolescentes daquela época.

A Teoria

Tudo acontece dentro da imaginação de Cameron. Começando por Ferris: ele é o oposto completo de Cameron. O garoto Buller é popular, tem uma família que o ama e uma namorada desejada por muitos, tudo que Cameron não é e não tem! Cameron revela na conversa com o seu amigo imaginário Ferris a vontade que ele tem de pegar emprestado a Ferrari 250 GT do pai mas ele não tem coragem… não é da personalidade dele desafiar o pai severo. Porém, Ferris, seu amigo imaginário e reflexo de tudo que ele queria se tornar, o convence de fazê-lo… pelo menos, em pensamento. Dada a sua incompetência no meio social, tão expressa no filme, é muito provável que Sloane seja o reflexo de uma garota à qual ele tem uma queda.

Esta teoria explica os elementos mais fantásticos do filme. Por exemplo, toda a cidade de Chicago gira em torno do “doente” Ferris. Esta visão representa a vida miserável de Cameron e como ele anseia por amigos e familiares que o apoiem. Talvez Bueller seja um cara que Cameron conheça, mas não é amigo, e sua fantasia é baseada no que ele imagina que a vida dele seja, melhor dizendo, como seria a vida dos  adolescentes “populares” da sua escola – tudo é fácil e com o mundo girando em torno deles.

Quando Cameron acidentalmente destrói Ferrari de seu pai no clímax do filme, ele percebe que ele precisa para revelar para o pai e assumir a responsabilidade (mesmo que isso custe a sua vida). Nesse ponto, ele “dispõe” de Ferris e Sloane. Ambos os seus amigos imaginários recebem finais felizes: Sloane fica pensando em se casar com Ferris, enquanto Ferris retorna para casa em segurança, onde  todos os amam e blá blá blá , felicidade sem fim.

Por que faz o filme melhor?

Apesar de ser uma comédia, feita para adolescente, isso traria uma reviravolta tão gigantesca que faria você pensar que o filme, na realidade, é um drama, o que daria uma consistencia melhor diante os olhares dos críticos de cinema. Fora isso, a teoria transforma Ferris Bueller em uma versão do Brat Pack de Fight Club . Lembra quando Ferris continua importunando Cameron para buscá-lo? Vamos assistir essa cena de novo …

NÃO há como negar: Cameron estava mesmo ferrado! Sem dúvida, precisava de um amigo! Um amigo que é tudo o que ele não é, um amigo que pode libertá-lo de todas as suas limitações auto-impostas. Em algum lugar, há provavelmente um roteiro rejeitado por uma sequência onde “Bueller” convence Cameron a subir a torre do relógio com um rifle.

3. Du, Dudu e Edu estão mortos

Ed, Edd ‘n’ Eddy (português, Du, Dudu e Edu) foi um dos programas mais originais que a Cartoon Network criou no final dos anos 90. É um programa muito simples, saudável, sobre três filhos (todos nomeados com alguma variação de Edward), que gastam muito tempo tentando enganar as outras crianças do seu bairro. Eles fazem o tipo “idiotas” e quando não estão tentando enganar alguém, estão fazendo uma idiotice de marca maior. OK, talvez o desenho não seja tão saudável assim!

A Teoria

Sabe o que também não é saudável? crianças mortas! Esta teoria propõe que todas as crianças no desenho estão realmente mortas , e o bairro em que vivem é o purgatório.

Pensando bem, eles disseram a mesma coisa sobre Lost e terminou por ser uma grande besteira …. na verdade, essa teoria de “estar todo mundo morto” é bem batida – Caverna do Dragão que o diga – , então por que dessa vez ela estaria certa? Vamos aos fatos!

Por que faz sentido? 

Iniciando pelas cores dos personagens nos já temos um aspecto cadavérico, sendo que em apenas algumas exceções – e você já vai saber o porquê a seguir – os personagens não são ilustrados com cores de defuntos. Entretanto, isso poderia ser uma opção do Criador de Arte do Desenho, que quis usar tais tons, assim, sem nenhuma ligação, apesar de que a composição leva a crer que ele tenha considerado algo, algo sinistro.

Prosseguindo em nossas divagações, temos o fato de não haver adultos no desenho. Você vê silhuetas vagas de adultos em algumas ocasiões, mas elas nunca se movem (um tanto perturbador se analisarmos, não?). A coisa mais próxima de um adulto que vamos observar é o irmão mais velho de Eddy, os quais se encontram a única vez na história de todo o desenho, quando eles saem de seu bairro (ou purgatório, se preferirem).

Esse irmão de Eddy é outra incógnita. Ele é um dos poucos personagens que não moram no bairro, aparece apenas uma vez ao longo da história do desenho – no filme produzido pela Cartoon – e ainda assim não tem o seu nome revelado. Após o Irmão mais velho de Edu ser derrubado por Du, Edu admite que todas as histórias de seu irmão por ele contadas ao longo da série eram mentira, assim como sua boa relação com seu irmão. Segundo ele, seu irmão sempre o atormentou. Na verdade esse fato já está previamente implícito em um dos primeiros episódios da série, quando ao pensar que seu irmão havia chegado em casa, Edu revela: “É o meu irmão, eu estou ferrado…” (Episódio “Du Passa Para Mim”). Tal circunstância indica que o irmão é um figura distante, que de tempos em tempos, aparece em visitas surpresas. E vem de um lugar muito mais sinistro: o inferno!

Tudo isso vai de acordo com uma antiga linha de uma religião gnóstica cristã, da Idade Média que provavelmente – caso a teoria esteja certa – foi a inspiração dos criadores do desenho. Essa religião medieval falava que o purgatório era um lugar neutro, nem bom, nem ruim, habitado por espíritos que ainda não haviam alcançado níveis de purificação para entrar no paraíso. E aí que as crianças entram: pela morte precoce, são encaminhadas ao purgatório na busca da ajuda mútua. Segundo a Gnose Cristã, aquele que permanece muito tempo no purgatório, aos poucos, vai perdendo sua identidade:  a memória vai esvanecendo até que tudo que sobra é a sombra daquilo que fomos. Por isso as crianças não revelam o nome do irmão, não vê adultos senão meras sombras: as referências se foram, perdidas na neutralidade do pós-mundo.

Nota-se também que os personagens que tem cores diferente, não cadavéricas, como é o caso das irmãs Kankers, representam elementos na história que tem como objetivo, ou criar obstáculos ou ensinar a garotada do além. As irmãs Kankers, por exemplo, são de um lugar chamado de “Parques dos Trailers” localizado atrás do “Terreno Baldio”. Ao longo do desenho, alguns personagens dão à entender a localização desses locais: Parque dos Trailers fica na divisa do bairro com o que há depois, já o Terreno Baldio, fica entre o Beco sem saída – lugar aonde maior parte dos personagens moram –  e o Parque dos Trailers. Muitos dos personagens não visitam o Terreno Baldio porque dizem que existem “monstros” por lá. Dadas as pistas, nesse ponto a teoria sugere que as irmãs Kankers, tanto pelo local aonde moram, tanto pelo comportamento, tanto pelas cores as quais usam para ilustra-las, não estão mortas e sequer pertencem ao purgatório – na realidade elas seriam seres responsáveis por atrapalhar o desenvolvimento das crianças, tal como demônios, levando-as à ficar cada vez mais tempo no purgatório.

E calma, isso não é tudo: a teoria também explica porque diabos em certos episódios as crianças usam tecnologias contemporâneas e em outros usam tecnologias do tempo do guaraná com rolha! Segundo a teoria, cada criança da vizinhança haveria nascido em um período da história. Por esse motivo, em alguns episódios você assiste eles usando uma vitrola e em outro, um discman, ou ainda, em certo episódio usam máquinas de escrever e em outro, computadores.

Rolf, o garoto estranho com o inexplicável sotaque do Leste Europeu, morreu no início de 1900 em um acidente agrícola. Johnny, aquele cujo melhor amigo é uma prancha, vem de 1920, quando possuir um pedaço de madeira com um rosto pintado fez dele o garoto mais popular do bloco. Jimmy, o garoto doente com a pele amarelada, morreu de leucemia perto do ano 2000, e assim por diante.

É, você até pode não acreditar mas enfim, sendo verdade ou não, temos que reconhecer que quem criou essa teoria, ou acertou em cheio o que os desenvolvedores do desenho queriam passar ou é um fã com uma imaginação fantástica que foi capaz de encontrar uma explicação para cada detalhe esquisito e sem noção dessa série animada.

2. Gênio do Alladin é o Mercador da primeira cena

“Aladdin ” foi um dos grandes sucessos da Disney, porém nós temos consciência que você não vive em 1993 e caso não tê-lo assistido  recentemente refrescaremos a sua memória para facilitar o entendimento: o filme inicia com um comerciante solitário vagando pelo deserto em um camelo antes de chegar à cidade de Agrabah e contar-nos a história da mágica de Aladdin e a sua lâmpada, mas não antes de tentar vender o público jovem um cachimbo de água.


Oferecer um cachimbo ao público infantil, típico da Disney

Em seguida, o filme real começa, e vemos Aladdin encontrar a lâmpada mágica e fazer os seus três desejos, o último sendo a concessão da liberdade do Gênio, que sai para conhecer o mundo.

A Teoria

O comerciante é o Gênio. Após o Gênio ser libertado, ele se torna um vendedor ambulante que viaja por todo o país, vendendo coisas enquanto reconta o conto incrível que levou à sua liberdade. Mas isso é conversa de louco, né?

Por que não é tão louco?

Primeiro, vamos dar uma olhada em ambos os personagens:

Roupas azuis? Confere! Faixa vermelha na cintura? Confere! Sobrancelhas grossas e uma barba que termina em uma onda? Certo! Se isso não for suficiente para você, temos o fato de que eles são os dois únicos personagens do filme que tem só quatro dedos! Oh, e ambos também são os únicos a ganharem a voz da mesma pessoa: Robin Williams.

Pense nisso: Deixando de lado essa vozinha na sua cabeça que diz “Não, isso é coincidência!” por um momento, nada no filme fala que a o Gênio vai ficar com seus poderes depois de ser libertado. Por que deveria? A última vez que ele aparece, o azulado está voando para o céu, mas quem diz que ele não vá ficar sem energia, dois segundos depois e desabar no deserto, impotente e mortal?

Além disso, se analisarmos a sua cena final, percebemos quando o nosso amigo djinn agarra a lampada e entrega para Aladdin com a intenção que o mesmo teste se ela ainda funciona …


“Só quero ter certeza de que eu realmente estou livre antes de fulminar você, seu vagabundo.”

… então, verificada a total inutilidade da agora sucateada lamparina, ele aperta a mão de Aladdin com sua gigante mão azul de quatro dedos ( se ele fosse amarelo, suspeitaria que era um Simpson), e no momento seguinte, Aladdin não tem mais a lâmpada ( um truque muito usado pelos djinn-ladrões do Sul de Agrabah)


“FODA-SE OTÁRIO, VAI PEDIR ESSAS PORRAS DE DESEJOS PRA TUA VÓ!”

Portanto foi o nosso colega Smurf Gênio quem ficou com a lampada. Dessa forma, como é que a antiga morada do ex-Ser SupraSumo e Cantor de Musicais foi  parar nas mãos de algum mascate? A resposta, claro, é que eles são a mesma pessoa, e agora ele usa a lampada como uma desculpa para dizer às pessoas sobre suas antigas aventuras ( cá entre nós, certamente se arrependeu depois que deixou de ser uma entidade superpoderosa que dominava a realidade para virar um vendedor ambulante solitário).

Ou talvez ele só faz isso tudo para levá-lo a comprar o material e o filme é uma metáfora para a Disney cof cof!

1. Chewbacca e R2-D2 são agentes secretos Rebeldes

Quando George Lucas apresenta o seu magnum opus (ironia :. Expressão ou gesto que dá a entender, em determinado contexto, o contrário ou algo diferente do que significa), Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma , ele tentou encaixar, talvez em cada infeliz personagem da série original, um lugar que levaria a História desencadear… embora todos sabemos que o resultado não foi bem esse…

No entanto, obviamente Lucas não sabia que nessa altura do campeonato ele NÃO PODERIA mexer em uma obra-prima NERD sem ligar os malditos pontos! Por exemplo, R2-D2 e C-3PO, basicamente, testemunharam a transformação de Anakin em Darth Vader, mas esse fato nunca é mencionado na trilogia original. Nem é o fato de que Yoda e Chewbacca se conheciam (visto lutando ao lado um do outro no Episódio III ), tornando-se uma coincidência espetacular que Luke e Obi-Wan pegarem uma “carroninha” justamente com o esse Tony Ramos Intergalático no Episódio IV .

A Teoria

Lucas tentou encobrir o “porquê no Episódio IV  C-3PO parece ignorante sobre tudo que viu nos episódios” (tal como aquelas séries americanas que não usam como entrada o Previously in… ) fazendo Bail Organa limpar a sua memória. Mas, essa versão não chega nem perto da teoria incrivelmente detalhada que sugere que alguém no universo Star Wars  percebeu que reiniciar os droids era uma idéia um tanto descabida. Afinal, R2-D2 e C-3PO acabara de testemunhar a ascensão do Império Galáctico em primeira mão! Informações que seriam LOGICAMENTE muito importantes no futuro. Por que diabos os rebeldes excluiriam esta preciosa carta na manga?

De acordo com esta teoria, R2-D2 deve ter convencido Yoda e Obi-Wan Kenobi à poupá-lo de um Format C: , enquanto que C-3PO não teve tanta sorte. Durante os 20 anos ou mais entre A Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança , os dois robôs viajaram disfarçados; C-3PO e R2 são filiados rebeldes, mas sem o conhecimento do Calças de Ouro de que R2 está em comunicação com a Aliança Rebelde o tempo todo.


Ele também nunca disse Threepio que, na verdade, ele é um anão dentro de uma lata de refrigerante gigante do Planeta Geonosis.

Em RoTS, Chewie tem uma boa amizade com Yoda, sendo um guerreiro do alto escalão durante a defesa de Kashyyyk. Por que um dos comandantes do exército Wookiee de repente larga tudo para viver ao lado de Han Solo, um canalha contrabandista? Porque ele tinha uma dívida depois que Hans salvou a sua vida…. ERRADO! Ele fez isso porque Yoda – que está escondido em seu planeta particular – precisa de Chewie para ser seus olhos e ouvidos.

A teoria afirma ainda que Chewbacca convence Han para trabalhar com Jabba the Hutt, desta forma Chewie pode visitam freqüentemente Tatooine e manter o controle sobre Luke Skywalker.

Por que faz o filme melhor?

A teoria dá uma maior dignidade a narrativa. Ela faz também a participação especial de Chewbacca em Revenge of the Sith algo mais razoável do que empurrar goela abaixo Chewbacca no filme apenas para ter mais percentuais em direitos autorais dos bonecos de ação !


“Medalhas? Não, obrigado. Foi divertido disfarça esse tempo todo sem ninguém perceber!”

A teoria acrescenta alguns subtextos fascinantes para os filmes originais, acabando com algumas quase “eternas” dúvidas dos fãs. Além do que, se ela for verdade, isso faria de George Lucas um “Mago” da genialidade geniosa e faria com que a tão impetuosa crítica chorasse sangue pelos olhos e pelo orifício anal por mais de 40 dias e 40 noites.

Se eu fosse o George e a lesse, com certeza usaria. Depois mandava eles publicarem uma nota no New York Times dizendo: “Chupem essa e Requiescat in pace, garotada! Cadê os furos agora?! J.J. Abrams é um amador!”. Seria épico!

Bônus: Super Mario Bros 3 é uma peça de Teatro

Sim, nós sabemos: Super Mario Bros 3 não é um filme, nem um desenho animado … e talvez, nem um game. Quer dizer, um game ele é, mas não daquela forma que nós observamos: tudo que se passa no game, na realidade, é nada além de uma peça teatral. Prepare-se para estragar a sua infância!

Durante décadas, os jogos de Mario foram contando a mesma história repetidas vezes: Bowser sequestra a princesa e Mario tem que resgatá-la passando por um perrengue demoníaco num mundo aonde cogumelo te fazem crescer! A única exceção na série principal é o Super Mario Bros 2 , com o seu famoso “Era um sonho o tempo todo”, demonstrado no final do game. No terceiro da série, a Nintendo voltou para a fórmula clássica…

A Teoria

…Ou será que não? De acordo com este guia ilustrado , Mario 3 era apenas uma peça de teatro. Como Mario 2 , isso nunca aconteceu, e você é um idiota que passou horas jogando uma porra de um teatrinho! Nintendo Trolled  você e eu, mais uma vez!


Só faltou eles fazerem um jogo em que , no final, a princesa revela que é um traveco!

Por que não é tão louca?

Basta olhar para o jogo por um momento. Quando você iniciar o Super Mario Bros 3 , a primeira coisa que você vê é uma cortina subindo e os personagens correndo, como atores em uma peça teatral para crianças.


“Ser ou não ser, eis a Mamma mia?!”

“Isso não necessariamente significa alguma coisa”, você poderia afirmar. Este é, afinal, um jogo sobre um encanador gordo que ocasionalmente atira bolas de fogo de sua mão. Poderia ser simplesmente uma escolha artística, pois todos nós sabemos que nem tudo no Mushroom Kingdom faz sentido … mas há mais.

Durante o jogo, objetos como blocos têm parafusos sobre eles, o que implica que eles estão presos a um cenário – tudo é falso, como no palco. Isso explicaria porque há sombras no objetos, mesmo quando não há, aparentemente, nada por trás deles, por exemplo, certos objetos projetam a sombra naquilo que achávamos que era o céu no fundo.


Não explicaram ainda quem deixou esse monte de dinheiro pelo cenário.

Além disso, a teoria explica que a maioria das plataformas do jogo não são magicamente levitando no ar, como nos jogos anteriores: Eles estão ou suspensos do teto com cordas, sustentada por pilares ou conduzido por máquinas.


Mario tem sua substituta fazer todos os saltos perigosos de qualquer maneira.

Ah, e quando você é acaba com um estágio, Mario sai à direita do palco , exatamente como você faria em uma peça teatral.



Mas por que Mario estrela em um jogo baseado em suas próprias aventuras? Bem, lembre-se que por este ponto, Mario tinha ido através da “luta contra Bowser e salvar a princesa” de rotina apenas uma vez – e se Super Mario Bros era foi a unica verdadeira aventura do Mario? Depois disso, Mario voltou para desobstrução banheiros, mas ele ainda sonhava em ser um herói de novo todas as noites (como visto em Mario 2 ).



Eventualmente, ele tenta recapturar esse sentimento, encenando uma peça sobre os eventos do Mario 1 , tendo alguma licença artística com a história (ou, em um caso mais feliz, o teatro é realizado para lembrar do feito, tal como nos teatros gregos que eram eventos para demonstrar como as aventuras heroicas ocorreram). Presumivelmente, neste momento, ele perdeu completamente o contato com a realidade, portanto, Super Mario World e os spinoffs só mostram um Mario mais maluco e perdido num mundo de fantasias, resultado do desgosto de perder a fama após tão épica vitória.

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