5 Coincidências Absurdamente Incríveis que chegam a ser bizarras

coincidencia

A Ciência já tentou explicar… mas a única explicação que cabe a coincidência é “foi coincidência”. Uma série de eventos aleatórios que se unem para formar atos da vida que nem se planejássemos sairiam tão perfeitos.

A História humanas está cheia de coincidências incríveis, algumas que foram cruciais para o progresso humano, outras que decretaram guerra à Humanidade. Esse post, no entanto, não fala sobre a “importância” desses acontecimentos fora do comum. O foco aqui é outro: vamos mostrar cinco histórias que as coincidências se demonstraram absurdamente INCRÍVEIS que chegam a ser bizarras. 

5. O Irmão de John Wilkes e o filho de Abe Lincoln

Edwin Booth, talvez injustamente conhecido hoje como o irmão do assassino John Wilkes Booth, foi outrora conhecido como o maior ator da história americana . Na verdade, alguns historiadores de teatro e entusiastas steampunk provavelmente diriam que ele ainda é hoje. Sua reputação como ator foi descrita como “mítica”, e uma estátua dele foi construída e permanece até hoje no Gramercy Park, em Manhattan, como homenagem a sua obra.

O pobre Edwin, por mais excepcional que fosse, nunca conseguiu se livrar da fama que o seu irmão conquistou – em seus dias, Edwin era tão famoso como George Clooney, tão elegante como Clive Owen, tão cobiçado como Johnny Depp e tão impressionante como Josh Brolin –  e mesmo assim, a unica coisa que todo mundo lembrava era que ele, sem querer, terminou sendo o irmão do assassino do maldito presidente barbichas!

Porém, os historiadores não foram pelo julgamento popular e investigando a vida de Edwin, descobriram acontecimentos incríveis. Vai vendo….

Onde fica estranho

Booth realizou um ato heroico, que talvez tivesse o colocado em algum livro de História – ou talvez, tivesse lhe dado outra estátua para algum outro parque – se ele não fosse irmão do ASSASSINO DO PRESIDENTE. Aconteceu durante os últimos meses da Guerra Civil em uma estação de trem lotada em Jersey City.

De acordo com os relatos do jovem (e das testemunhas no local) que John Wilkes (desculpe) Edwin Booth salvou, o acontecimento ocorreu da seguinte maneira :

“O incidente ocorreu quando um grupo de passageiros, tarde da noite, durante a compra de seus lugares na plataforma da estação, frente a cabine do condutor, começaram a se aglomerar … aconteceu de eu ser pressionado contra o trem no meio da confusão enquanto esperava minha vez. Por descuido do maquinista, o trem começou a se mover, e pelo movimento eu fui levado à cair entre o vão existente entre o trem e a plataforma… isso claro, se a gola do meu casaco não fosse vigorosamente puxada, me impulsionando para fora do buraco, antes de concluir a queda e ser atropelado pela máquina. Após o acontecimento, virei para agradecer meu salvador e vi que era Edwin Booth, cujo rosto foi, naturalmente, reconhecido por mim, e qual expresso minha gratidão, e ao fazê-lo, chamei pelo nome.”

Imagine você,  uma criança quase sendo atropelado por um monstro de metal sendo salvo pelo Chuck Norris. Não, não estou me referindo ao meme Chuck Norris, mas ao ator que você viu na TV um milhão de vezes e que nunca imaginou que veria pessoalmente. Isso é o que ele era para o garoto.

Onde fica ainda mais estranho

“Ok, mas o que há de coincidência nisso, meu jovem?” você deve estar se perguntando. Calma, muita calma leitor. Observe o que vem a seguir.

Edwin Booth era um cara do tipo que praticava boas ações, mesmo quando não havia câmeras presentes. Porém, ele realmente não tinha idéia de quem ele acabara de salvar. Ele simplesmente aceitou a gratidão do rapaz, provavelmente assinou um autógrafo, e passou o resto da tarde em um trem lendo uma terrível fã-script ” The Walking Actor Alien Dead”, sobre William Shakespeare, zumbis e cowboys aliens que os  combatiam – só que não!

Poucos dias depois, Booth recebeu uma carta de recomendação de Adam Badeau, um oficial da equipe do General Ulysses S. Grant. Descobriu-se que este jovem que Edwin tinha salvado era, nada mais, nada menos, do que Robert Todd Lincoln , filho do presidente Abraham Lincoln.

Tenha em mente, não é como se a família Booth e a família Lincoln fossem vizinhos, sempre correndo um para o outro. Eles não eram. Eles não viajavam juntos, não participavam dos mesmos círculos políticos, nem mesmo jogavam os mesmo games da antiga PSN. Mas por algum motivo estranho o destino sempre fazia essas duas famílias se cruzarem, hora para os Booth’s salvarem os Lincoln, hora para matá-los.

Esse ato de heroísmo teria ido para o Hall da interação improvável entre a família Booth e da família Lincoln, se o irmão de Edwin John não tivesse levado a fama da sua família ao fundo do poço, assassinando o pai do garoto apenas alguns meses mais tarde, quase matando o país.

4.  Dois irmãos, uma lambreta, um táxi

 

Nós vamos ser honesto com você: Não há nenhuma maneira de acontecer a seguinte história! Não há! É apenas uma daquelas coisas que é matematicamente possível na vastidão do multiverso, mas quando isso acontece, aqui, na nossa frente, no nosso planetinha, é mais assustador do que aquelas meninas gêmeas de O Iluminado .

Onde fica estranho

Em julho de 1975, os jornais de ambos os lados do Atlântico enlouqueceram com a morte de Erskine Lawrence Ebbin, um pobre garoto de 17 anos que teria sido derrubado de sua lambreta por um táxi em Hamilton, Bermudas.

Agora observe que, no ano anterior, seu irmão foi morto … na mesma rua. Também por um táxi. Ambas as crianças tinham 17 anos, e eles foram atingidos quase um ano de intervalo. Ah, e também estavam com a mesma lambreta.

Bem … OK. Lambretas são inseguras, certo? E talvez ambos dirigirissem de forma imprudente. Poderia acontecer. Poderia… porém, veja o desfecho a seguir e me responda: quais as chances de isso ocorrer?

Onde fica ainda mais estranho

Um recorte que apareceu na página nove, terceira coluna do O Scunthorpe Evening Telegraph em 21 de julho de 1975, explica bem a situação:

Perceberam?

Os dois irmãos foram mortos pelo mesmo táxi.

Com o mesmo motorista.

Carregando o mesmo passageiro!

Exatamente um ano depois da morte do primeiro irmão!!

O filme Premonição existe, minha gente, e você está vivendo nele agora . Ou o passageiro do taxi era um assassino em série que tinha o motorista como seu capanga e planejou minuciosamente todos os eventos de forma fria e calculista (se não for isso, o destino trollou legal, hein rapaziada?!)

3. A sincronicidade de Dennis, o Pimentinha

Em 12 de março de 1951, Hank Ketcham publicou o seu primeiro quadrinho de Dennis, o Pimentinha, um verdadeiro clássico que fez um tremendo sucesso, em mais de 1.000 jornais.

Onde fica estranho

Apenas algumas horas antes de Ketcham e seu Dennis the Menace terem sido publicado em seu país, no lado oposto do Atlântico, edição n º 452 da história em quadrinhos britânica The Beano havia chegado às bancas. Nesta edição dos quadrinhos houve uma notável  primeira aparição do que veio a se tornar a criação mais famosa do cartunista David Law: Dennis the Menace.

Onde fica ainda mais estranho

Seus quadrinhos tinham exatamente o mesmo nome, seus protagonistas o mesmo comportamento e por algum motivo bizarro, foram publicadas exatamente no mesmo dia exato . Isso significa que o cara no Reino Unido apenas arrancou o seu homólogo norte-americano, certo? Ou vice-versa?

Não! Incrivelmente não havia como qualquer um dos dois saberem do trabalho do outro, simplesmente porque ambos os quadrinhos haviam sido confeccionados dois dias antes e tal como o próprio surgimento da idéia de criá-los e, lembrando, naquela época não havia INTERNET. Nada havia sido arquivado antes disso, por algum motivo estranho, ambos os criadores pensaram na mesma coisa, no mesmo momento. Parece que foi apenas uma ENORME coincidência, ou como Carl Jung teria chamado, sincronicidade - ou como os místicos teriam chamado Teoria da Imaginação Gravitacional. 

Mais impressionante ainda é que à inspiração para os dois personagens não tinham nada em comum. Hank Ketcham assumiu que Dennis foi baseado em seu próprio filho e já o Dennis de David Law era para ser um reboot arenoso de Calvin.

Hank Ketcham e David Law decidiram continuar amigavelmente seus trabalhos separados, e ambos os personagens acabaram se tornando imensamente populares, com seus respectivos públicos. Houve uma intriga, no entanto, quando o filme do Dennis americano foi apresentado no Reino Unido, pois a maioria das pessoas acreditavam que o Dennis americano era uma cópia barata do Dennis inglês…. mas por incrível que pareça, ninguém copiou e isso fez muitos céticos pimentinhas suarem frio e pedirem socorro ao tio Edward Witten para tentar salvá-los dessa impossibilidade.

2 . A Família Dick

Michael Dick do Reino Unido não via a sua filha desaparecida Liza há 10 anos. Por que eles foram afastados? Seu palpite é tão bom quanto o nosso. Tudo o que sabemos é que Michael estava louco procurando por ela.

Onde fica estranho

Depois inutilmente vasculhar todos os cantos de Sudbury atrás dela, Michael decidiu que já era hora de pedir ajuda à um jornal local chamado de Suffolk Free Press . O jornal pensou e resolveu fazer uma reportagem sobre a situação da família e até pediu a família Dick uma foto para fazer com que Liza ao ler sentisse saudades de sua casa.

Assim, a família se reuniu em uma praça da cidade escolhida pelo fotógrafo e tiraram a foto. Com certeza, algo muito efetivo pois Michael Dick e sua família já estavam reunidos com Liza, apenas algumas horas depois do jornal chegar às ruas. Mas se você pensa que isso foi trabalho de intensa investigação ou algum popular apontou a localização de Liza, se engana.

Onde fica ainda mais estranho

Deem uma boa olhada na foto do jornal, perceberam algo?

Não? Não viram nada de anormal? “Onde está o Wally?” não ensinou nada à vocês?! Aquele circulo branco enorme assinalado na imagem contém uma pessoa dentro dele que não é ninguém menos que a própria Liza.

Liza, a menina há muito tempo perdido que o homem da foto acima não tinha visto em 10 anos, estava acidentalmente no segundo plano quando a foto foi tirada.

Ela não sabia que eles estavam lá, e ela não sabia que a foto estava sendo tirada. Depois de uma década de distância, no momento em que a família posou para uma foto de um artigo de jornal sobre a história do seu desaparecimento, ela estava à menos de 100 pés deles.

A desaparecida – agora encontrada – descreveu a experiência como “muito estranha” e disse: “Talvez fosse o destino.” 

Sim, chamem-lhe do que quiser, mas que esses acontecimentos são perturbadoramente estranhos, isso são!

1. Japão e o Vento Divino

 Todo mundo adora um bom caso de “intervenção divina” que pode ser facilmente explicado pela meteorologia básica.

De preferência no Canal Ocho… hmmm, que ochões meus amigos!

Por exemplo, a Rússia foi invadida por Hitler e Napoleão, e eles foram parados, respectivamente, por uma tempestade de neve e uma tempestade de neve. Uau, uma grande surpresa! Isso não tem nada fenomenal, simplesmente porque neve e Rússia são quase a mesma palavra: neva constantemente no país dos vermelhos.

Outro exemplo foi quando os britânicos que queimaram Washington, DC, em 1814, e do nada apareceu o primeiro tornado documentado na história da DC. Ele destruiu tudo em seu caminho e expulsou o exército britânico e convenientemente ajudou a espalhar os incêndios dos edifícios federais.

Mas, nenhum desses casos, ou mesmo, qualquer outro caso de meteorologia tenebrosa é tão surpreendente quanto o fenômeno meteorológico que veio a ser conhecido como o Kamikaze, muito antes da palavra simbolizar pilotos suicidas.

Onde fica estranho

O império Mongol dominou grande parte da Ásia por um bom tempo e em 1274 decidiram que já era hora de dar um basta na liberdade daqueles amarelos de olhos puxados do Japão. Reuniram 23 mil homens, em mais de 800 navios e atravessaram o mar para invadir o Japão pela Baía de Hakata. Em duas semanas em alto mar, não houve sequer um pingo de chuva! Quando os mongóis aportaram na Baía no dia 19 de novembro e a batalha de Bun’ei explodiu, os japoneses estavam desesperados e com as malinhas prontas para ir morar em outra lugar do planeta … ou talvez em outra dimensão, porque vocês sabem que os mongóis não era um dos povos mais amigáveis e misericordiosos por assim dizer.

E tudo correu sem dificuldades para os mongóis … isto é, até colocaram os pés na baía e tiveram que cumprimentar um tufão tão forte  que destruiu sua frota como se fosse a explosão da própria espingarda de Poseidon. Os mongóis sofreram perdas terríveis e foram obrigados à se retirar depois de menos de um dia de luta – é, estamos falando do mesmo povo que conquistou tudo desde a Coréia até a Austria.

Uma analogia perfeita à essa parte da História japonesa poderia ser encontrada em um episódio dos Simpsons aonde Homer vira boxeador e tem que derrotar Frederic Tattum, o mega campeão dos pesos pesados. Moe – seu treinador – diz que é para Homer visualizar uma maneira de ganhar de Tattum e obviamente o ingenuo Simpson imagina Tattum morrendo de um ataque cardíaco minutos antes de entrar no ringue … só com uma sorte dessas ele poderia sair vitorioso.

Onde fica ainda mais estranho

Os mongóis não eram do tipo que desiste! Eles simplesmente esperaram e voltaram com um exército muito maior em 1281. Esta força consistia de 140.000 soldados, 4.000 navios e uma invasão dupla via China e Coréia. Foi praticamente seis ou sete vezes maior em tamanho de força da invasão anterior e seu exército tinha quase metade de toda população japonesa. Foi o melhor exército que o Império Mongol da Dinastia Yuan conseguiu reunir! Você pode perceber que o líder mongol, Kublai Khan, queria muito conquistar o Japão. Muito mesmo!

Em meados de agosto, a enorme frota Mongol conheceu o Japão na mesma baía de Hakata, onde tinham sido encurralados pela Natureza sete anos antes. E, mais uma vez, essa frota foi destruída … POR UM MALDITO TUFÃO!

Se você está imaginando agora o Japão como um ímã poderoso tufão, pare. Esse tipo de tempestade quase nunca atinge a baía de Hakata, e em uma das invasões nem estava perto da temporada quando os tufões aparecem (eles tendem a atingir algumas partes do Japão, no verão, e o primeiro ataque foi em novembro).

Então exatamente o quão baixo foram as chances de os mongóis serem destruídos na Baía Hakata? De acordo com fontes japonesas , um tufão, como o que atingiu os mongóis, durante a segunda invasão ocorre “uma vez que uma centena de anos, ou uma vez por algumas centenas de anos.” Ou, como era o caso com mongóis, cada vez que invadiram Japão!

Sei que muitos de vocês podem dizer: isso é apenas mais uma dessas coincidências absurdamente estranhas. Pois é, eu concordo com vocês, mas tem uma coisa que fica martelando na minha cabeça: E se os Japas tinham uma espécie de Gandalf ao seu lado dando apoio na Baía Hakata?

“Aqui os Mongóis não passarão!”

ADAPTADO DE CRACKED 

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